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Berlim descarta entrada da Otan na Ucrânia neste momento

Berlim descarta entrada da Otan na Ucrânia neste momento

Berlim, 30 ago (EFE).- O governo alemão descartou neste sábado a entrada da Otan na Ucrânia neste momento, um assunto que, para Berlim, "não está na ordem do dia", segundo manifestou o porta-voz da Chancelaria, Steffen Seibert.


O porta-voz de Angela Merkel fez estas declarações depois que o governo da Ucrânia enviou ontem ao parlamento um projeto de lei para renunciar a seu status de neutralidade e recuperar o processo de aproximação com a Otan iniciado pelo ex-presidente Viktor Yushchenko após a Revolução Laranja, em 2004.


Por sua vez, o Conselho do Atlântico Norte, o principal órgão decisório da Aliança, deixou ontem aberta a porta a Kiev, em reunião realizada em Bruxelas na qual exigiu à Rússia a cessação de suas "ações militares ilegais" na Ucrânia e dê passos "imediatos e verificáveis" para diminuir a tensão.


A crise ucraniana centrará boa parte da cúpula europeia que começa nesta tarde em Bruxelas, onde Merkel aposta em debater a aprovação de novas sanções comunitárias à Rússia perante sua "intervenção militar" na Ucrânia.


"Temos que chamar as violações do direito internacional por seu nome. São factíveis novas sanções contra a Rússia", afirmou ontem seu porta-voz. EFE



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Homens do EI enfrentam forças iranianas no noroeste do país

Homens do EI enfrentam forças iranianas no noroeste do país

Teerã, 30 ago (EFE).- Forças iranianas enfrentaram neste sábado um grupo de homens armados do Estado Islâmico que penetrou em seu território, informou a agência de notícias do Curdistão iraniano "Kurdpa".


O incidente aconteceu na manhã deste sábado no condado de Orumiyeh, na província de Azerbayan Ocidental, quando um grupo do EI invadiu a cidade iraniana de Mavana, informou essa agência de notícias.


Segundo testemunhas na cidade, a incursão começou ontem à noite quando dois homens vestidos de petro entraram na cidade.


A cidade recebeu reforços nesta manhã, quando aconteceu o enfrentamento entre o EI e os Guardiães da Revolução iranianas.


Segundo a "Kurdpa", três homens do EI foram detidos em Orumiyeh.


O vice-comandante do Exército do Irã, general Kiyumars Heydari, descartou hoje que o EI (que capturou amplas zonas da Síria e Iraque) seja uma ameaça para o país, informou a agência de notícias iraniana Isna.


"Não achamos que o Estado Islâmico seja suficientemente significactivo para pôr nossas forças em alerta", assinalou. EFE



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Destroços de avião ucraniano que caiu no sul Argélia são localizados

Destroços de avião ucraniano que caiu no sul Argélia são localizados

Argel, 30 ago (EFE).- Os destroços do avião ucraniano que caiu na madrugada deste sábado com sete ocupantes a bordo foram localizados no sul da Argélia, informou a agência estatal "APS".


Segundo as informações preliminares, o aparelho da companhia "Ucrânia Air Aliance" caiu por causas desconhecidas em uma zona montanhosa a cerca de 15 quilômetros do aeroporto de Tamanraset, acrescentou a fonte.


Segundo o comunicado do Ministério de Transporte, o avião perdeu contato com a torre de controle do aeroporto de Tamanraset três minutos após sua decolagem.


O avião, que voava com destino a Guiné Equatorial, tinha realizado uma escala técnica no aeroporto argelino e transportava material da indústria petrolífera procedente de Glasgow (Reino Unido). EFE



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Boinas azuis enfrentam rebeldes sírios nas Colinas de Golã

Boinas azuis enfrentam rebeldes sírios nas Colinas de Golã

Cairo, 30 ago (EFE).- Os boinas azuis da ONU enfrentaram neste sábados os rebeldes sírios da Frente al Nusra, braço da Al Qaeda na Síria, nas Colinas de Golã, onde permanecem sequestrados pelo menos 44 membros da força de paz das Ilhas Fiji.


O diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos, Rami Abderrahman, assinalou à Agência Efe por telefone que explodiram choques entre os insurgentes e soldados da Força das Nações Unidas de Observação da Separação em as Colinas de Golã (UNDOF), desdobrada nesta zona entre Síria e Israel.


Alguns boinas azuis sofreram uma emboscada dos combatentes da Frente al Nusra, afirmou Abderrahman.


Além disso, nesta manhã foram escutados disparos nos arredores da sede da UNDOF na zona de Ruihina e o regime sírio bombardeou a periferia da cidade de Brega (cidade líbia), segundo o Observatório.


Fontes da Frente al Nusra indicaram ao grupo de direitos humanos que o sequestro de mais de 40 boinas azuis é uma resposta ao fato que "alguns soldados do presidente Bashar al-Assad se refugiaram em um posto da ONU na zona de Tal Krom".


Em comunicado, o Observatório acrescentou que pelo menos um combatente dessa organização rebelde morreu em combates contra as forças governamentais sírias na cidade próxima de Quneitra.


Ontem, a ONU confirmou que 44 soldados de Fiji foram detidos na quinta-feira pelo grupo radical islâmico e que outros 72 membros da mesma força de paz e de nacionalidade filipina são impedidos de se deslocar na zona.


Em um primeiro momento, o organismo considerou que estes incidentes ocorreram como consequência de um "aumento nos combates" na zona entre homens armados e forças do Exército sírio.


Em março e maio do ano passado um número indeterminado de boinas azuis foram detidos por "elementos armados" não identificados, mas foram postos em liberdade sem danos.


A UNDOF foi criada em 31 de maio de 1974 a fim de supervisionar o acordo da Síria e Israel para a retirada de as Colinas de Golã, depois que esse último país ocupou parte desse território ao término da guerra de 1967. EFE



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Avião ucraniano cai no sul da Argélia; sete tripulantes morrem

Avião ucraniano cai no sul da Argélia; sete tripulantes morrem

Argel, 30 ago (EFE).- Os sete tripulantes de um avião civil ucraniano morreram depois que o aparelho caiu na madrugada deste sábado no sul da Argélia, informou hoje a agência estatal "APS".


Segundo as informações preliminares, o aparelho de tipo Antonov 12 caiu por causas desconhecidas em uma zona montanhosa a cerca de 15 quilômetros ao sul do Aeroporto de Tamanraset, acrescentou a fonte.


O avião se dirigia à Guiné Equatorial e tinha realizado uma escala técnica no aeroporto argelino. EFE



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Morre aos 96 anos o designer Manuel Pertegaz

Morre aos 96 anos o designer Manuel Pertegaz

Barcelona, 30 ago (EFE).- O designer Manuel Pertegaz morreu na madrugada deste sábado em Barcelona aos 96 anos de idade, segundo informaram à Agência Efe fontes de seu entorno.


O funeral acontecerá no domingo, a partir das 12h30, no cemitério do bairro de Sant Gervasi.


Sua morte representa o fim de um dos grandes professores da alta costura.


Pertegaz, que nasceu em Olba (Teruel), embora sempre tenha sido cidadão de Barcelona, onde viveu desde os 9 anos, culminou em uma das carreiras mais longas e frutíferas de um artista espanhol com o design que, talvez, seja o sonho de qualquer costureiro: vestir desde a namorada até uma futura rainha.


O costureiro foi responsável pelo traje de casamento que a Rainha Letizia usou ao se casar com Felipe VI em maio de 2004, uma encomenda que considerou um grande honra e um grande feito para uma carreira que começou quando era quase uma criança.


Quando dona Letizia elegeu Manuel Pertegaz para criar seu vestido, o designer já era um mito da alta costura, com seis décadas de sucessos, apesar de considerar a encomenda uma grande responsabilidade porque, segundo explicou então, "é um traje que passará à posteridade e nele terei colocado toda minha experiência, interesse e carinho".


Aos 13 anos, Pertegaz começou a trabalhar em uma alfaiataria de Barcelona, que abriu uma seção de moda de feminina, e foi então quando descobriu que o que mais gostava era a moda para as mulheres. A partir daí começou uma meteórica carreira que o consagrou como mestre da alta costura.


O nome de Manuel Pertegaz também estará para sempre associado a grandes atrizes da época dourada de Hollywood, como Ava Gardner, Audrey Hepburn e Paulette Goddard, a mulheres famosas da alta sociedade internacional, como Jacqueline Kennedy, Aline de Romanones, Bibis Samaranch, e à realeza, como a rainha Sofía quando ainda era princesa e a duquesa de Windsor.


Depois do pós-guerra, seus estilosos trajes de alfaiataria e seus vestidos começaram a se destacar entre as mulheres espanholas, e à medida em a economia melhorava, vestir Pertegaz era símbolo de elegância e de modernidade.


Sua maestria com a agulha fez inclusive que ele fosse convidado para suceder Christian Dior à frente da marca Dior quando o designer francês morreu de forma repentina por um ataque cardíaco, mas sempre preferiu ficar em seu escritório em Barcelona e seguir costurando em seu país.


Após o casamento dos atuais reis da Espanha, Pertegaz começou a se aposentar, mas ainda teve tempo, com 90 anos, para apresentar em Barcelona sua primeira coleção de joias, caracterizadas pelo traço do M de seu nome e os círculos, como símbolo do botão.


Em 2012 seu escritório da Avenida Diagonal de Barcelona deixou de costurar, coincidindo com a aposentadoria de suas ajudantes mais fiéis, mas o estúdio seguiu aberto.


O costureiro aposentado vivia em uma casa dos arredores de Barcelona, mas até o último momento nunca deixou de visitar seu famoso escritório. EFE.



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Soldados de força de paz da ONU enfrentam rebeldes sírios nas Colinas de Golã

Soldados de força de paz da ONU enfrentam rebeldes sírios nas Colinas de Golã

Cairo, 30 ago (EFE).- Boinas azuis da ONU enfrentaram neste sábado rebeldes sírios da Frente al Nusra, filial da Al Qaeda na Síria, nas Colinas de Golã, onde permanecem sequestrados pelo menos 44 membros da força de paz, cidadãos de Fiji.


O diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos, Rami Abderrahman, disse à Agência Efe por telefone que explodiram choques entre os insurgentes e soldados da Força das Nações Unidas de Observação da Separação nas Colinas de Golã (UNDOF), que atua nesta zona entre Síria e Israel.


Alguns boinas azuis sofreram uma emboscada dos combatentes da Frente al Nusra, afirmou Abderrahman.


Nesta manhã também foram ouvidos disparos nos arredores da sede da UNDOF em Ruihina e o regime sírio bombardeou a periferia da cidade de Brega (cidade líbia), segundo o Observatório.


Fontes da Frente al Nusra disseram ao grupo de direitos humanos que o sequestro de mais de 40 boinas azuis é uma resposta ao fato de "alguns soldados de (o presidente Bashar) Assad terem se refugiado em um posto da ONU na zona de Tal Krom".


Em comunicado, o Observatório acrescentou que pelo menos um combatente dessa organização rebelde morreu em confrontos com as forças do governo sírio na cidade de Quneitra.


Ontem, a ONU confirmou que 44 soldados de Fiji foram detidos na quinta-feira pelo grupo radical islâmico e que outros 72 membros da mesma força de paz e de nacionalidade filipina estão impedidos de se deslocar pela área.


Em um primeiro momento, o organismo considerou que estes incidentes seriam consequência de um "aumento nos combates" ali entre homens armados e forças do exército sírio.


Em março e maio do ano passado um número indeterminado de boinas azuis foram detidos por "elementos armados" não identificados, mas colocados em liberdade sem ferimentos.


A UNDOF foi criada em 31 de maio de 1974 para supervisionar o acordo entre Síria e Israel para a retirada nas Colinas de Golã, depois de Israel ocupar parte desse território ao finalizar da guerra de 1967. EFE



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Exército de Lesoto toma quartel de polícia em possível golpe de Estado

Exército de Lesoto toma quartel de polícia em possível golpe de Estado

Nairóbi, 30 ago (EFE).- O exército tomou neste sábado o controle do quartel da polícia e das estações de rádio e telefonia de Lesoto, no que parece uma tentativa de golpe de Estado contra o governo deste pequeno reino encravado na África do Sul.


A ação aconteceu nesta madrugada, e foram registrados vários tiroteios, embora não exista informação sobre possíveis vítimas, segundo a imprensa sul-africana.


O governo de coalizão, liderado pelo primeiro-ministro, Thomas Thabane, não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.


A capital do país, Maseru, registrou em junho um significativo aumento de forças militares, o que criou o alerta para um possível golpe contra um Executivo imerso em uma grave crise política.


Estas suspeitas levaram a África do Sul - país do qual esse pequeno reino montanhoso de pouco mais de dois milhões de habitantes depende - a advertir as autoridades de Lesoto do risco de uma tentativa golpista.


Segundo o jornal sul-africano "Times", as relações entre o primeiro-ministro de Lesoto, Thomas Thabane, e o chefe do Exército, Tlali Kamoli, se deterioraram muito desde que Thabane quis destituir Kamoli por suspeitar de planos rebeldes.


Thabane, que teria pedido proteção à África do Sul, fechou recentemente o parlamento por um período de nove meses diante de uma crise da coalizão que há dois anos o mantém no poder.


O reino de Lesoto obteve em 1966 a independência do Reino Unido, e começou quatro anos mais tarde uma longa trajetória de golpes de Estado.


Países da região, como África do Sul e Botsuana, já enviaram tropas a Lesoto no final da década de 90 para pôr fim aos distúrbios causados pela acusação de irregularidades nas eleições gerais de 1998.


O partido de Thabane governa o país em coalizão com outros dois partidos desde as eleições de 2012, que aconteceram com normalidade.


Cerca de 60% dos habitantes de Lesoto vivem na pobreza, e a maioria da população ativa trabalha na mineração, na agricultura ou no setor serviços da África do Sul. EFE



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Munsu, o parque aquático norte-coreano onde é proibido usar biquíni

Munsu, o parque aquático norte-coreano onde é proibido usar biquíni

Atahualpa Amerise.


Pyongyang, 30 ago (EFE). - Piscinas com ondas e dezenas de tobogãs coloridos atraem centenas de banhistas ao Munsu Water Park, um espetacular parque aquático em Pyongyang onde o biquíni está completamente vetado e a entrada custa quatro vezes o salário de um norte-coreano médio.


Inaugurado em outubro de 2013 com um desfile militar em grande estilo, este monumental complexo ocupa 15 hectares ao leste de Pyongyang e à primeira vista não tem nada de diferente com relação aos similares de outras capitais do mundo.


No entanto, uma bizarra imagem dá as boas-vindas a todos os visitantes no amplo hall principal de Munsu. É a estátua colorida do falecido líder Kim Jong-il que, sorridente e vestido com seu clássico terno caqui, 'decora' o palco com a gigantesca fotografia de uma praia atrás.


O parque conta com cafeteria, cervejaria, restaurante, várias piscinas para adultos e para crianças, além de trampolim e rios que fluem até a mais extensa parte exterior.


Ao ar livre, norte-coreanos de todas as idades sacolejam no simulador de ondas e usam com visível entusiasmo outras tantas piscinas e grandes tobogãs, pequenos, retos, ondulados, enroscados, de todos os tipos imagináveis.


Mas quem frequenta o parque aquático do país mais isolado do mundo? Uma funcionária garante à Agência Efe que a entrada para estrangeiros custa 11.655 wons norte-coreanos (R$ 29) e os locais pagam 20 mil wons norte-coreanos (R$ 49), um valor considerado alto se for levado em conta que um trabalhador local ganha, aproximadamente, 5 mil wons norte-coreanos (R$ 12) por mês.


"Se as pessoas não pudessem pagar, como o parque estaria cheio?", afirma com ironia um funcionário enquanto aponta para as piscinas onde centenas, possivelmente mais de mil pessoas, entre crianças, adolescentes e famílias, brincam nas águas aproveitando o dia ensolarado.


Normalmente, os norte-coreanos recebem complementos salariais, o que unido à volatilidade da moeda local faz com que se refrescar um dia quente em Munsu não seja tão inacessível quanto parece, segundo a duvidosa explicação de um funcionário do governo.


Outra funcionária, que garante vir com frequência com sua família, comenta que parte dos banhistas faz parte de grupos escolares e militares enviados pelo governo com as despesas pagas, embora não seja a maioria.


Deste modo, o que parece mais factível é que as antigas e novas classes poderosas de Pyongyang, uma cidade onde, pouco a pouco, são observados sinais de ostentação, formem a clientela habitual de um de seus espaços de lazer mais exclusivos.


Tão exclusivo quanto o jovem líder Kim Jong-un acompanhar com especial interesse o processo de construção do parque, que levou apenas sete meses para ser erguido, e dizem que já o visitou pessoalmente em mais de 100 ocasiões desde a colocação da primeira pedra até hoje.


Apesar de Munsu representar a nova cara de uma Pyongyang, que começa a abraçar a modernidade neste país estagnado nos tempos da Guerra Fria, não ocorre o mesmo com as roupas dos banhistas, já que, para as mulheres, mostrar o umbigo ainda é algo impensável.


"Nunca colocaria um biquíni. Imagina o desgosto que eu daria ao meu marido", comenta entre risos Park, uma tradutora de 29 anos e um exemplo do profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto à revolução.


Mesmo assim, dos três maiôs femininos expostos nos manequins da loja de Munsu com um valor de 47.297 wons norte-coreanos (R$ 117) chama a atenção que um deles apresente um proeminente e incomum decote, um detalhe que poderia denunciar que algo está mudando na capital do país mais fechado do mundo. EFE


aaf/cdr-rsd



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EFE BRASIL - 30 AGO 2014

EFE BRASIL - 30 AGO 2014

A Agência Efe enviará nos próximos instantes a seguinte crônica:.


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COREIA DO NORTE SOCIEDADE - Pyongyang - Piscinas com ondas e dezenas de tobogãs coloridos atraem centenas de banhistas ao Munsu Water Park, um espetacular parque aquático em Pyongyang onde o biquíni está completamente vetado e a entrada custa quatro vezes o salário de um norte-coreano médio. Por Atahualpa Amerise. EFE



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Berlim lembra 20º aniversário da saída das tropas russas do país

Berlim lembra 20º aniversário da saída das tropas russas do país

Berlim, 30 ago (EFE).- Berlim lembra amanhã, domingo, quase silenciosamente, o 20º aniversário da saída dos últimos soldados russos da Alemanha, após cinco décadas de presença militar, retirados da capital alemã pelo então chanceler alemão, Helmut Kohl, e pelo presidente russo, Boris Yeltsin.


Em 31 de agosto de 1994, na histórica praça berlinense do Gendarmenmarkt, o último comandante-em-chefe do Grupo Ocidental de Tropas (WGT) do Exército Vermelho, Matwei Burlakov, comunicou oficialmente o encerramento da retirada das forças no país.


Com esta cerimônia, presidida por Kohl e Yeltsin, foi colocado o ponto final a uma ocupação que começou com a rendição alemã em 8 de maio de 1945 no bairro de Karlhorst, nos arredores de Berlim.


"Nossos soldados retornam à Rússia convencidos de que o solo alemão nunca voltará a sentir uma guerra", destacou o então presidente russo.


Uma exposição inaugurada esta semana no Museu russo-alemão de Karlshost lembra a herança que as guarnições russas deixaram após a passagem de 49 anos pela extinta República Democrática Alemã (RDA).


A mostra traz objetos encontrados em quartéis nos arredores da capital alemã, como a de Wünsdorf, onde os altos comandantes se reuniam; Karlshorst, a antiga central do Serviço Secreto soviético (KGB); o Departamento Central de Inteligência (GRU); e o campo de instrução de Lieberose.


Além disso, em cooperação com o Museu dos Aliados berlinense, a instituição organizou diversos atos que, batizados de "Despedidos separadamente - lembrados juntos?", rememoram a saída do país dos soldados russos, americanos, britânicos e franceses após o fim da Guerra Fria.


Há 20 anos, as tropas russas foram objeto de várias homenagens antes de partir, como a cerimônia militar no monumental cemitério soviético do bairro de Treptow, onde mil soldados russos e 600 alemães renderam honras aos soldados mortos do Exército Vermelho na batalha final de Berlim, no final da Segunda Guerra Mundial.


Ao término do emotivo ato militar, ao pé da gigantesca estátua que representa um soldado soviético que destrói com sua espada uma cruz gamada enquanto sustenta sobre seu braço esquerdo uma menina, os soldados da Brigada de Berlim cantaram o mítico hino russo "Adeus Alemanha", com estribilho em alemão.


Kohl disse que as tropas russas não abandonavam a Alemanha como ocupantes, "mas como amigos", e agradeceu "ao grande povo russo por sua firme vontade de trabalhar unido pela paz e pela liberdade".


Cerca de 550 mil pessoas, entre soldados russos, funcionários civis e seus familiares, assim como um imenso arsenal bélico, foram recuados entre 1990 e 1994 do território da RDA para seus novos destinos na Rússia e em outros países da antiga URSS. EFE



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Poroshenko vai a Bruxelas pedir a UE novas sanções contra a Rússia

Poroshenko vai a Bruxelas pedir a UE novas sanções contra a Rússia

Kiev, 30 ago (EFE).- O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, viajou neste sábado para Bruxelas para pedir à União Europeia (UE) a adoção de novas sanções contra a Rússia por causa do envio de tropas em território ucraniano.


Poroshenko pedirá "ações mais decididas da UE em apoio à Ucrânia, em particular a introdução de novas sanções contra a Rússia", afirmou Valeri Chali, subchefe da administração presidencial ucraniana.


Poroshenko exporá para os líderes europeus durante a cúpula da UE a situação no leste do país, cenário de combates entre forças governamentais e rebeldes pró-Rússia há quase quatro meses.


A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disseram esta semana que Washington e Bruxelas considerarão "mais sanções" contra a Rússia por causa dos movimentos de tropas russas em território ucraniano.


Poroshenko denunciou na quinta-feira a incursão de tropas regulares russas no leste da Ucrânia para reforçar as fileiras das milícias rebeldes em uma tentativa de abrir uma terceira frente no litoral do Mar Negro.


Por esse motivo, o líder ucraniano cancelou sua visita à Turquia e pediu a convocação de uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, onde denunciou uma "invasão russa".


Enquanto isso o embaixador russo na UE, Vladimir Chizhov, descartou que a união puna de novo Moscou por seu papel no conflito ucraniano.


"O que esperam? Sanções contra a Rússia e promessas de ajuda militar da Otan e dos países ocidentais. Considero esses cálculos são infundados", disse em entrevista à televisão russa. EFE



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Ataque suicida no Afeganistão mata seis e fere 40

Ataque suicida no Afeganistão mata seis e fere 40

Cabul, 30 ago (EFE).- Pelo menos seis pessoas morreram e 40 ficaram feridas em um ataque suicida neste sábado contra os escritórios dos serviços de inteligência afegãos na província de Nangarhar, no leste do Afeganistão.


O ataque aconteceu durante a madrugada em Jalalabad, a capital provincial, quando um insurgente detonou os explosivos próximo ao centro de inteligência, afirmou ao canal afegão "Tolo" o porta-voz do governador de Nangarhar, Zia Abdulzai.


Segundo o porta-voz, a explosão buscava abrir caminho para que um segundo suicida entrasse no local, mas ele foi baleado pelas forças de segurança afegãs.


Logo depois houve um tiroteio entre as tropas que protegiam as instalações e outros insurgentes, mas Abdulzai não esclareceu se o combate tinha acabado quando falou com a imprensa, no começo da manhã.


O porta-voz explicou que entre os feridos há dez civis, e não deu mais detalhes sobre a identidade dos mortos.


Um porta-voz talibã, Zabiula Mujahid, reivindicou o ataque contra os escritórios dos serviços de inteligência afegãos por "vários" insurgentes, "que levam armas leves e pesadas", segundo a agência local "AIP".


Os atentados suicidas são, junto dos artefatos explosivos improvisados (IED), os métodos mais recorrentes dos talibãs para atacar as forças afegãs e internacionais, embora na prática causem um elevado número de vítimas civis.


O Afeganistão atravessa um de seus períodos mais violentos desde que as forças de segurança afegãs se tornassem responsáveis após a retirada paulatina da Isaf, que terminará definitivamente no final de 2014.


Além disso, o país asiático está em pleno processo eleitoral, com a auditoria da apuração dos votos das eleições presidenciais após as denúncias de fraude, o que adiou a posse do novo presidente afegão.


Apesar da retirada da Otan, os Estados Unidos anunciaram que manterão cerca de 9.800 soldados em território afegão até o fim de 2016. EFE



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Resgatados 20 garimpeiros presos em mina na Nicarágua

Resgatados 20 garimpeiros presos em mina na Nicarágua

Manágua, 29 ago (EFE).- Equipes de socorro da Nicarágua recuperaram nesta sexta-feira 20 garimpeiros que estavam soterrados desde quinta-feira e continuam a buscar outros sete, após o desabamento de uma velha mina no município de Bonanza, no Caribe norte do país.


Os primeiros garimpeiros foram resgatados à noite, às 21h (locais, 0h de sábado em Brasília) e foram transferidos para um centro assistencial, disse um dos encarregados do resgate aos jornalistas.


A portal governamental "El 19" indicou que nenhum dos operários apresentavam ferimentos visíveis.


No começo do resgate os trabalhadores estavam há quase 34 horas presos na mina.


Segundo o governo, 27 garimpeiros ficaram presos na quinta-feira, e outros dois conseguirem sair por seus próprios meios, em uma antiga mina artesanal em Bonanza após um deslizamento na montanha El Comal.


Os trabalhos de resgate, liderados pela Comissão Municipal de Prevenção de Desastres (Comupred), a Comissão Municipal da Mineração Artesanal, a Prefeitura de Bonança, a empresa Hemco, a direção geral de Minas e a Secretaria do litoral Caribe, continuam nas a busca pelos outros sete que ainda estão desaparecidos. EFE



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Chrysler chama mais de 25 mil Jipes em recall na China por problemas em cabos

Chrysler chama mais de 25 mil Jipes em recall na China por problemas em cabos

Pequim, 30 ago (EFE).- A subsidiária chinesa do grupo automobilístico Chrysler vai chamar para recall 25.505 unidades do 4x4 Grand Cherokee devido a um problema no cabeamento.


Os veículos, fabricados entre janeiro de 2011 e dezembro de 2013, têm um problema nos cabos situados nos espelhos retrovisores, que poderiam causar curto-circuitos e inclusive incêndios, segundo a Administração de Supervisão de Qualidade, citada neste sábado pela agência estatal de notícias "Xinhua".


O processo de revisão começará em outubro e a companhia substituirá os cabos gratuitamente, concluiu o anúncio. EFE



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EUA pedem formação de aliança internacional para conter avanço do EI

EUA pedem formação de aliança internacional para conter avanço do EI

Washington, 29 ago (EFE).- O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pediu nesta sexta-feira a formação de uma aliança internacional para conter o avanço dos jihadistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e Síria e evitar sua expansão para outros países.


"Nenhum país respeitável pode apoiar os horrores perpetrados pelo EI e nenhum país civilizado deve se desviar de sua responsabilidade em ajudar a acabar com esta doença", afirmou Kerry em um editorial publicado no "New York Times". "Para vencer o EI precisamos da ajuda do mundo", afirmou.


O chefe das relações exteriores dos Estados Unidos buscará nas próximas semanas o apoio de seus aliados europeus e uma aliança na região mais ameaçada pelos jihadistas - o Oriente Médio, ressaltou que "nesta batalha há um papel para quase todos os países" e reforçou que nem todas as nações precisam contribuir com ajuda militar, mas também com assistência humanitária e de inteligência.


"O que é necessário para enfrentar a visão niilista do EI e sua agenda genocida é uma coalizão internacional que use as ferramentas políticas, humanitárias, econômicas, de segurança e de inteligência para apoiar a força militar", afirmou o chefe da diplomacia americana.


"Com uma resposta unitária liderada pelos Estados Unidos e a mais ampla possível aliança de nações, o câncer do EI não conseguirá se expandir para outros países", acrescentou.


Kerry afirmou que só os bombardeios seletivos como os que os Estados Unidos realizam no Iraque há três semanas não bastam para vencer o EI.


"É preciso uma resposta muito mais completa em nível internacional", ressaltou.


O secretário de Estado e o secretário de Defesa, Chuck Hagel, trabalharão nas próximas semanas para forjar essa aliança.


Primeiro na cúpula da Otan, onde tentarão obter o máximo apoio entre os aliados europeus, e depois em uma viagem ao Oriente Médio, no qual buscarão colaboração entre os países mais diretamente ameaçados pelos jihadistas.


Os Estados Unidos presidirão o Conselho de Segurança das Nações Unidas em setembro, ocasião que o governo de Barack Obama aproveitará para ampliar essa coalizão internacional contra os jihadistas.


"Construir uma coalizão é um trabalho duro, mas é a melhor maneira de enfrentar um inimigo comum. Quando Saddam Hussein invadiu o Kuwait em 1990, o presidente George Bush (pai) e o então secretário de Estado, James A. Baker, não atuaram sozinhos, nem apressadamente. Formaram metodicamente uma coalizão de países cuja atuação organizada deu passagem para uma rápida vitória", argumentou Kerry.


"Os extremistas só podem ser derrotados quando as nações responsáveis e seus povos se opõem a eles", concluiu.


A morte do jornalista americano James Foley pelo EI, que divulgou este mês um vídeo de ele sendo decapitado, comoveu a opinião pública e aumentou a pressão sobre Obama para que intervenha na Síria, como já fez no Iraque, com bombardeios seletivos sobre posições do EI. EFE



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Esquerda latino-americana contente por avanços apesar de obstáculos dos EUA

Esquerda latino-americana contente por avanços apesar de obstáculos dos EUA

La Paz, 29 ago (EFE).- O Foro de São Paulo, que integra a esquerda latino-americana, ressaltou nesta sexta-feira a consolidação da ideologia nos governos da região, mas alertou para as renovadas tentativas "desestabilizadoras" vindas da direita, respaldada pelos Estados Unidos e seu "novo desenho da geopolítica mundial".


Representantes de uma centena de movimentos e partidos de esquerda da América Latina concluíram nesta sexta em La Paz a 20ª reunião do fórum, que durante dois dias analisou a situação regional e os principais conflitos globais, com especial foco nas crises do Oriente Médio e da Ucrânia.


Nos debates e também na declaração final, o fórum brindou um direto apoio à presidente Dilma Rousseff, ao boliviano Evo Morales, e ao ex-governante uruguaio Tabaré Vázquez, todos candidatos à reeleição ou à eleição em seus respectivos países em outubro.


A declaração celebrou os sucessos da esquerda em recentes processos eleitorais na região, como a vitória do FMLN em El Salvador, o "avanço sem precedentes" da Frente Ampla na Costa Rica e as "posições conquistadas" em Honduras pelo Partido Livre "apesar de o regime militarista hondurenho continuar assassinando dirigentes da oposição".


O Foro cumprimentou também a vitória de Michelle Bachelet no Chile e avaliou "a recuperação do compromisso de sua política externa com os processos de integração regional".


O documento ressaltou também o "processo de atualização do socialismo" em Cuba e respaldou o diálogo entre o governo e os grupos guerrilheiros da Colômbia para a conquista de "uma paz justa e democrática" no país.


Da situação na América Central, o Foro de São Paulo destacou o "impacto" e consolidação do sandinismo na Nicarágua com Daniel Ortega, mas manifestou sua preocupação com a "grave violação dos direitos humanos dos migrantes que cruzam a fronteira (em direção aos EUA) pela América Central e pelo México", especialmente as crianças.


Também acusou a direita da Venezuela de aproveitar a ausência do presidente Hugo Chávez, morto em março do ano passado, para lançar "ações golpistas", provocar "uma guerra civil" e "ignorar a indubitável legitimidade" do líder Nicolás Maduro.


"É necessário alertar os partidos e governos da região sobre o perigo da restauração conservadora que pretendem introduzir em nossos países através de uma ampla gama de instrumentos subversivos dirigidos e coordenados pelos EUA", advertiu o documento.


Para isso, o Foro de São Paulo chamou ao fortalecimento dos mecanismos de integração e foros políticos regionais como Unasul, Mercosul, Celac, Alba, Petrocaribe e Caricom e defendeu que quando estes órgãos constituírem parlamentos, que "sejam plurais".


Neste contexto, pediu que a integração plena da Bolívia e do Equador no Mercosul seja acelerada, "como sinal inequívoca de solidez" do crescimento da região em nível internacional.


No entanto, o fórum condenou a Aliança do Pacífico, formada por Chile, Colômbia, México e Peru, e as negociações para um Acordo Estratégico Transpacífico de Cooperação Econômica que seria composto por México, Peru e Chile, que qualificou como uma estratégia americana para "dividir a integração" regional.


Os participantes centraram suas críticas nos Estados Unidos, a quem acusaram de tramar uma nova "geopolítica mundial" para consolidar sua hegemonia.


A declaração cita como cenário desta estratégia Iraque, Líbia, Síria e Ucrânia, país onde, junto com a União Europeia (UE), os EUA apoiaram "grupos neo-nazistas que querem isolar a Rússia".


A crise na Faixa de Gaza também esteve muito presente no Foro através de cartazes e constantes menções à situação, após a recente ofensiva israelense que causou mais de 2.100 mortos, a maioria de civis palestinos.


O Foro de São Paulo aprovou ao longo destes dias resoluções sobre temas como o disputa entre Chile e Bolívia por uma saída deste último ao mar e as causas independentistas das autonomias espanholas da Catalunha e do País Basco.


O Foro de São Paulo realizarpa sua XXI sessão em 2015 no México sob o auspício do Partido da Revolução Democrática (PRD) e o Partido do Trabalho (PT). EFE


lcl/cd



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MP que reajusta tabela do IR não é votada pelo Congresso e perde validade

MP que reajusta tabela do IR não é votada pelo Congresso e perde validade

O reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR), prometido pelo governo para o ano que vem, depende agora da edição de uma nova medida provisória (MP) ou do envio ao Congresso de um projeto de lei com pedido de urgência constitucional para ser apreciado pela Câmara e pelo Senado antes do final deste ano. Isso porque perdeu a validade hoje (29), sem ser votada pelo Congresso, a MP 644/14, que previa reajuste de 4,5% na tabela do IR a partir de janeiro de 2015. 



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Datafolha: Dilma e Marina estão empatadas com 34%; Aécio tem 15%

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EUA pede formação de aliança internacional para conter avanço do EI

EUA pede formação de aliança internacional para conter avanço do EI

Washington, 29 ago (EFE).- O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pediu nesta quinta-feira a formação de uma aliança internacional para conter o avanço dos jihadistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e Síria e evitar sua expansão para outros países.


"Nenhum país respeitável pode apoiar os horrores perpetrados pelo EI e nenhum país civilizado deve se desviar de sua responsabilidade em ajudar a acabar com esta doença", afirmou Kerry em um editorial publicado no "New York Times".


O chefe das relações exteriores dos Estados Unidos buscará nas próximas semanas o apoio de seus aliados europeus e uma aliança na região mais ameaçada pelos jihadistas - o Oriente Médio, ressaltou que "nesta batalha há um papel para quase todos os países" e reforçou que nem todas as nações precisam contribuir com ajuda militar, mas também são necessárias assistência humanitária e de inteligência. EFE



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Marina Silva venceria Dilma Rousseff por dez pontos de diferença no segundo turno, segundo Datafolha

fonte: Montagem Marina Silva venceria Dilma Rousseff por dez pontos de diferença no segundo turno, segundo Datafolha Marina Silva venceria Dilma Rousseff por dez pontos de diferença no segundo turno, segundo Datafolha

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (29), hoje Marina Silva seria eleita presidente no segundo turno, em disputa com Dilma Rousseff. Os números indicam que a candidata do PSB conseguiria uma vantagem de dez pontos em um eventual segundo turno.


Marina subiu 13 pontos percentuais desde o último estudo, do dia 18 de agosto, atingindo os mesmos 34% de Dilma no primeiro turno, caracterizando um empate técnico. Aécio Neves, do PSDB, aparece com 15%. Pastor Everaldo, do PSC, tem 2%. Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) não atingiram 1%. Neste cenário, 7% responderam que votariam em branco ou nulo e também 7% não souberam/quiseram opinar.


Na simulação do segundo turno, a pessebista chegaria com 50% dos votos, contra 40% de Rousseff. Na pesquisa anterior, a atual presidente tinha 43% contra 47% da ex-senadora.


O outro cenário avaliado pelo Datafolha mostrou o confronto entre a petista e Aécio. Nele, Dilma venceria com 48%, contra 40% do candidato. Brancos e nulos somam 9% e 4% não souberam/quiseram responder.


A avaliação do governo atual também sofreu baixa. 35% dos entrevistados consideram o mandato da petista como ótimo/bom – anteriormente, o número era de 38%. 39% acreditam ser regular e 36% ruim/péssimo.


A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo, realizou 2.874 entrevistas em um total de 178 municípios entre quinta- feira (28) e sexta-feira (29). A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.


O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.



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Dilma: queda do PIB é momentânea e segundo semestre terá recuperação

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Justiça Eleitoral do Amapá manda retirar do ar 2 emissoras de TV e 16 de rádio

Justiça Eleitoral do Amapá manda retirar do ar 2 emissoras de TV e 16 de rádio

A Justiça Eleitoral do Amapá determinou a retirada do ar, até o dia 5 de outubro, de duas emissoras de televisão e de 16 de rádios do estado por entender que veicularam matérias que excederam o limite da crítica e o direito de opinião. Os veículos punidos pertencem ao Sistema Beija-Flor de Comunicação Ltda. A maioria das emissoras foi lacrada no final da tarde de hoje (29).



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Rodrigo Janot instaura investigação sobre prestação de contas do PSB

Rodrigo Janot instaura investigação sobre prestação de contas do PSB

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) instaurou hoje (29) procedimento preparatório eleitoral para investigar a prestação de contas do Partido Socialista Brasileiro (PSB) quanto à utilização da aeronave Cessna 560XL, cuja queda resultou na morte de sete pessoas, entre elas o então candidato à Presidência da República pelo partido, Eduardo Campos.



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Sentença de última hora evita fechamento de clínicas de aborto no Texas

Sentença de última hora evita fechamento de clínicas de aborto no Texas

Dallas (EUA), 29 ago (EFE).- Um juiz federal dos Estados Unidos derrubou nesta sexta-feira a aplicação de um regulamento vinculado à lei geral do aborto do estado do Texas que condenava 20 clínicas ao fechamento a partir da próxima segunda-feira, o que representa um novo revés nos tribunais para o governador, Rick Perry.


Este restritivo regulamento obrigava as clínicas de aborto a dispor de condições iguais às de um hospital comum, requisitos cumpridos por apenas seis centros localizados nas quatro cidades principais deste estado de mais de 26 milhões de habitantes.


Além disso, o fechamento das 20 clínicas ameaçadas deixava as mulheres da zona sul e oeste do Texas desprovidas do serviço.


Na sentença, o juiz Lee Yeakel argumentou que a aplicação do regulamento representaria para as mulheres do Texas uma "carga incompatível" com os princípios de liberdade pessoal consagrados desde 1973 na Constituição dos Estados Unidos.


"O tribunal tem a firme convicção que o estado pôs obstáculos irracionais na capacidade de uma mulher de realizar um aborto", acrescentou Yeakel.


O vice-governador do Texas, David Dewhurst, lamentou em comunicado que a decisão de Yeakel "solape um esforço pensado para melhorar o atendimento à saúde das mulheres" baseado em dotar as clínicas de aborto de normas mais estritas.


Os críticos da medida defendiam que o fechamento dos centros representaria um aumento dos abortos autoinduzidos entre as pessoas sem documentos e nas comunidades conservadoras do sul do Texas, que já têm uma das taxas mais altas dos Estados Unidos.


Este é o terceiro revés judicial em poucos dias para o governador Perry, que tinha feito da lei do aborto um tema pessoal, depois que na quinta-feira um juiz declarou inconstitucional o sistema estadual de financiamento das escolas e que há duas semanas um júri o acusou de abuso de poder e coação. EFE



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Procuradoria Eleitoral investigará prestação de contas de avião usado pelo PSB

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Procuradoria Eleitoral investigará prestação de contas do PSB sobre avião

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Observatório de Favelas lança mapa cultural de seis comunidades do Rio

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Os moradores de seis comunidades cariocas já podem contar com um mapa interativo e colaborativo com informações sobre locais que desenvolvem práticas culturais e ficam perto de suas casas. O Guia Cultural de Favelas foi lançado na noite de hoje (29) pela organização não governamental (ONG) Observatório de Favelas, em sua sede no Complexo da Maré, na zona norte da cidade, e já tem 26 pontos culturais disponíveis.



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Marina lança programa de governo e lamenta queda do PIB

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Analistas afirmam que contração do PIB brasileiro pode afetar o Mercosul

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Cleyton Vilarino.


São Paulo, 29 ago (EFE).- A contração pelo segundo trimestre consecutivo do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, interpretada pelos economistas nesta sexta-feira como uma "recessão técnica", pode afetar os demais países da região, principalmente os do Mercosul.


"Tudo depende de qual pedaço da América Latina se fale. Os países do Mercosul que são os mais integrados com o Brasil devem sofrer um pouco mais que os demais", comentou à Agência Efe o economista Emerson Marçal, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).


Segundo o IBGE, o PIB encolheu 0,6% no segundo trimestre do ano, após a redução de 0,2% registrada entre janeiro e março. De acordo com os economistas, duas reduções trimestrais consecutivas já colocam o país em "recessão técnica".


A última vez que o Brasil registrou dois trimestres consecutivos de contração econômica foi no início de 2009, quando sofria os efeitos da crise econômica internacional.


No entanto, Marçal, doutor e especialista em macroeconomia, descartou que o país possa entrar em "crise", mas advertiu que Argentina, Paraguai e Uruguai, junto com Venezuela e os outros sócios do Mercosul, podem sentir os efeitos das medidas internas que o Brasil tomar para enfrentar a situação.


"Os outros países são mais integrados com a Ásia, como Chile e Colômbia, e são os que estão na Aliança do Pacífico (junto a México e Peru). Não serão tão afetados por estes números", acrescentou.


Para Marçal, "o mercado brasileiro é bem fechado e, se houver um efeito, talvez não seja tão forte frente à América Latina como um todo, mas com os países do Mercosul".


No entanto, o analista considerou que esse efeito será "de um crescimento um pouco mais baixo, no mesmo estilo de quando se fala que a economia brasileira é influenciada pela americana ou chinesa, que são parceiros comerciais importantes, mas não acontecerá nada mais forte que isso".


No caso particular da Argentina, comentou o economista, o país vizinho "está passando por uma crise muito mais por erros da política interna deles que por um efeito do que acontece no Brasil".


"Se fosse outra época, claro, uma forte desvalorização da moeda como ocorreu já afetaria com mais força nossos vizinhos, especialmente à Argentina", ressaltou Marçal.


Nesse sentido, a economista Lucia Andrade, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), explicou que "o efeito pode refletir-se em medidas aplicadas para as exportações, no comportamento do câmbio, nas taxas de juros adotadas e nos empréstimos que possam ser concedidos a outros países".


"Haverá, seguramente, uma forte pressão política frente a qualquer intenção do Brasil, em participar de projetos em outros países, tudo com o argumento de que um negócio em outro lado possa afetar o crescimento", concluiu Andrade. EFE



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