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Debate presidencial de segundo turno na Record - Dilma x Aécio

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Bastidores do debate presidencial da Record

fonte: JOVEM PAN ONLINE Bastidores do debate presidencial da Record Bastidores do debate presidencial da Record


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Tensão inicial, manifestações e cochichos da plateia; confira os bastidores do penúltimo debate presidencial

Tensão inicial, manifestações e cochichos da plateia; confira os bastidores do penúltimo debate presidencial

Com o fogo cruzado entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no debate JOVEM PAN, SBT e UOL, a expectativa para o reencontro entre os dois candidatos antagônicos na corrida pelo Planalto causou movimentação nos bastidores da TV Record.


Dez minutos antes de o embate começar, Dilma e Aécio, já no palco e sem o apoio de assessores, aparentavam tranquilidade. A petista manuseou o material de apoio fazendo anotações. O tucano estava mais quieto.


No primeiro bloco, com a questão sobre unificação de tributos, a esperança daqueles que esperavam por ataques mais ferozes de ambos os candidatos foi murchada. Os espectadores passaram a acompanhar atentamente aos primeiros movimentos no palco.



Dilma evitou olhar diretamente para Aécio durante quase todo o primeiro bloco. A candidata se limitou a mirar as câmeras até mesmo no momento em que teve que replicar. O ex-governador de Minas Gerais, alternou se dirigindo aos telespectadores e à oponente no palco. O mesmo aconteceu com ele quando o assunto mudou para ‘violência’. Dilma, porém, seguiu evitando o olhar direto.


Já com 10 minutos de debate, os olhares na plateia, composta principalmente por nomes importantes do PT e do PSDB, passaram a ser menos tímidos. O interesse entre os convidados cresceu na medida em que os candidatos ficaram mais confortáveis.


Nos intervalos, como é costume, os assessores correram para auxiliar seus candidatos. Na plateia, jornalistas buscaram por personalidades do cenário político para arrancar declarações exclusivas sobre o debate e outros assuntos.


Os mais procurados, por exemplo, foram o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o senador (PSDB-SP) Aloysio Nunes; o senador eleito José Serra (PSDB-SP), e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.


De um modo geral, as respostas foram protocolares, com uma avaliação positiva sobre o debate de ideias entre Dilma e Aécio. O posicionamento dos convidados é, indiretamente, uma comparação com o último debate, em que os ataques entre ambos os candidatos foram mais intensos.


Com isso, quem assistiu do estúdio ao debate parecia mais interessado em observar os detalhes, cada expressão facial dos candidatos. Os monitores espalhados pelo local passaram a ser o alvo maior da plateia. Os cochichos começaram no segundo bloco.


A partir disso, manifestações mais claras de apoio, também, se iniciaram. Tucanos foram os primeiros ao rirem de uma resposta da candidata rival sobre o crescimento do país. Nesse momento, a presidente do Brasil, ao falar, passou a olhar diretamente para Aécio.


A mudança de postura de Dilma coincidiu com uma transformação na plateia, também. Os petistas como o ministro licenciado da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, por exemplo, passaram a tecer rápidos e discretos comentários em cochicho.


Quando o assunto ‘corrupção’ entrou em cena, olhar o celular e falar baixinho pasaram a significar um risco alto de perder detalhes preciosos do desempenho dos candidatos durante o assunto mais delicado até então abordado no encontro.


Dilma passou a ser mais enfática, olhou mais para Aécio que para a câmera. Aécio continuou alternando olhares entre câmera e a candidata petista. A primeira manifestação de apoio teve palmas, gritos e exigiu um pedido de silêncio da mediadora Adriana Araújo.


Logo após as considerações finais, o palco foi tomado por jornalistas e convidados. O objetivo era claro obter atenção dos presidenciáveis, que deram entrevistas. Dilma, que não deu entrevista e passou direto na zona mista na chegada, parou para conversar. Fãs também se aproveitaram para tirar fotos, inclusive as do tipo selfie.


Com o fim da entrevista final dos candidatos, o estúdio ficou frio. O clima de rivalidade, de confronto se esvaiu junto à saideira de Dilma e Aécio, acompanhado por batalhões de jornalistas, assessores e segurança. Antes do apagar das luzes, algumas poucas personalidades aproveitaram para bater papo com conhecidos.  


 



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Renúncia de ministros abala governo de premiê do Japão

Renúncia de ministros abala governo de premiê do Japão

Andrés Sánchez Braun.


Tóquio, 20 out (EFE).- A renúncia apresentada nesta segunda-feira pelas ministras da Economia e da Justiça do Japão representa o golpe mais duro até o momento para o governo do primeiro-ministro Shinzo Abe e para sua meta de incrementar o papel da mulher no Japão.


As agora ex-responsáveis de Justiça, Midori Matsushima, e de Economia, Comércio e Indústria, Yuko Obuchi, apresentaram suas cartas de renúncia com apenas algumas horas de diferença, pressionadas pela oposição por terem supostamente violado a lei eleitoral japonesa.


A primeira delas distribuiu "uchiwa" (leques japoneses) com sua imagem, seu nome e seu cargo para pessoas que compareceram a diferentes festejos realizados no distrito de Tóquio, do qual é parlamentar.


A distribuição de bens de certo valor - dos quais os leques seriam parte - a eleitores da própria circunscrição eleitoral é proibido por lei no Japão.


Por outro lado, dois grupos de apoio a Yuko Obuchi aparentemente financiaram visitas a Tóquio de eleitores de sua demarcação eleitoral na Prefeitura de Gunma, no centro do Japão, o que em 2010 e 2011 pôde representar um custo de mais de 26 milhões de ienes (cerca de 190 mil euros).


A imprensa local também atribuiu a Yuko o mal uso de recursos públicos no valor de uns 3,6 milhões de ienes (cerca de 26,3 mil euros) para a compra de produtos e a contratação de serviços de empresas de familiares.


"Quero começar do zero na política e recuperar a confiança de todos os cidadãos. Peço desculpas a todos eles. Vou analisar a fundo o suposto uso destes fundos", disse a ex-titular de Economia em entrevista coletiva após apresentar sua renúncia.


Midori Matsushima, por sua vez, se desculpou por prejudicar o atual governo e defendeu que os leques que distribuiu são produtos "descartáveis" e, na realidade, não representam o descumprimento da legislação.


As duas anunciaram que pretendem conservar suas cadeiras no parlamento enquanto suas situações são investigadas.


Vários analistas locais enfatizaram a superficialidade dos supostos crimes em comparação com os abusos de administrações anteriores no Japão, mas, ao mesmo tempo, destacaram o descaramento com o qual, aparentemente, foram cometidas tais irregularidades.


Em qualquer caso, a renúncia das duas representa o golpe mais duro recebido até agora pelo governo de Shinzo Abe desde que chegou ao poder em 2012.


A renúncia de Obuchi foi a que mais chamou atenção. A ex-ministra da economia é a filha mais nova do ex-primeiro-ministro Keizo Obuchi e que, aos seus 40 anos, tinha se transformado na principal nomeação do gabinete, ao obter um cargo do qual deveria conseguir a reabertura das usinas nucleares no país após o acidente de Fukushima, em 2011.


Além de ter se transformado na pessoa mais jovem a conseguir um cargo de ministro no Japão desde o final da Segunda Guerra Mundial, Obuchi era considerada pela maioria dos especialistas a mulher com maiores chances de se transformar na primeira chefe de governo do Japão no futuro.


Sua nomeação e o de Midori Matsushima, de 58 anos, foram anunciadas em 3 de setembro junto com as de outras três ministras, o que deixou em cinco o número de pastas sob o comando de mulheres, um número que não se via no Japão há mais de dez anos.


A decisão, que pretendia revitalizar a atual administração após uma polêmica reinterpretação da Constituição pacifista do país e do criticado aumento do imposto sobre o consumo, respondia ao plano de Abe de aumentar a proporção de mulheres com cargos de responsabilidade para até 30% para o ano 2020.


O primeiro-ministro disse que se sente pessoalmente "responsável pelas nomeações" das duas ministras e designou hoje mesmo seus substitutos.


Para ocupar a pasta de Economia optou por Yoichi Miyazawa, de 64 anos, sobrinho do ex-primeiro-ministro Kiichi Miyazawa (que governou entre 1991 e 1993) e que já foi vice-ministro no Escritório do Gabinete.


Para o Ministério da Justiça escolheu Yoko Kamikawa, de 61 anos, que já exerceu como ministra de Estado de Abe, responsável pela minguante taxa de natalidade no Japão durante seu primeiro mandato como chefe de governo entre 2006 e 2007.


Além disso, as demissões de hoje chegam num momento no qual outras duas de suas últimas nomeações femininas encaram duras críticas.


Trata-se de Sanae Takaichi e Eriko Yamatani, titulares de Interior e ministra encarregada de resolver o sequestro de cidadãos japoneses pela Coreia do Norte, respectivamente, censuradas publicamente depois que apareceram em fotos com o líder de um grupo racista de extrema-direita. EFE


asb/rpr



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Mercadante critica desempenho de Aécio e diz que debate não é “vale tudo”

Mercadante critica desempenho de Aécio e diz que debate não é “vale tudo”

O ministro licenciado da Casa Civil, Aloizio Mercadante, criticou neste domingo (19) o desempenho de Aécio Neves (PSDB) no debate da Record. Para ele, o candidato não se saiu bem quando o foco foi a comparação entre os governos tucanos e petistas.


“Ele não consegue sustentar um debate dos oito anos do governo Fernando Henrique, os 12 anos do governo Lula e Dilma. Ele tem muita dificuldade de sustentar, inclusive, o seu governo em Minas Gerais onde ele perdeu a eleição para governador e para presidente”, declarou à reportagem JOVEM PAN.



Mercardante ainda elogiou o desempenho da candidata Dilma Rousseff (PT) e acredita que o encontro serviu para dar força à candidatura petista. “Nós saímos muito fortalecidos. Mostra que a Dilma tem muito mais preparo, tem muito mais o que mostrar”, afirmou.


Perguntado sobre o debate da Globo, o ministro elogiou o formato do último embate televisivo, que vai permitir pergunta de indecisos. “O debate dos candidatos não é o UFC, não é um vale tudo. (...) Eu acho que, hoje, nós preservamos aquilo que o eleitor brasileiro quer”, falou.


 



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Michel Temer elogia postura de Dilma e considera penúltimo debate “mais produtivo”

Michel Temer elogia postura de Dilma e considera penúltimo debate “mais produtivo”

O vice-presidente da República, Michel Temer, disse neste domingo (19), com exclusividade à JOVEM PAN, que o debate na Record foi o melhor entre os candidatos, além de considerar que o debate teve mais discussão sobre propostas que os anteriores.


“Melhor até que os outros. Eu acho que a Dilma [Rousseff, PT] estava muito segura. Ela estava exalando segurança, exalando certeza naquilo que ela dizia”, afirmou no final de debate sobre o desempenho da petista.



Questionado sobre o fato de o encontro ter sido marcado por menos agressividade, diferentemente do que ocorreu no debate anterior, o vice-presidente se limitou a dizer que o debate foi “mais produtivo, não tenho a menor dúvida sobre isso”, disse.


Temer contou ainda que espera Dilma tenha um mesmo desempenho no debate na Globo. “A expectativa é de que ela se saiba bem como ela se saiu hoje”, declarou.


 



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Aloysio Nunes vê número de indecisos como amadurecimento do eleitorado

Aloysio Nunes vê número de indecisos como amadurecimento do eleitorado

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) disse neste domingo (19), em entrevista exclusiva à JOVEM PAN, que o atual número de indecisos na reta final da campanha eleitoral pela corrida ao Planalto é resultado de uma ponderação do eleitorado.


“É o fato de que o eleitor vai medir várias vezes antes de votar, está compreendendo a importância do voto, a importância da decisão que vai tomar no dia 26 e que, portanto, reluta de um lado para outro observando as propostas e o perfil de cada candidato”, falou.


Ainda de acordo com ele, o número de indecisos é significa o amadurecimento da ciência política do eleitor brasileiro.


Nunes afirmou também que o PSDB não tem estratégia específica para fisgar esse eleitorado e acredita que a legenda está no caminho certo.


 



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Cardozo fala em punição caso boato sobre vazamento de dados de delação premiada se confirme

Cardozo fala em punição caso boato sobre vazamento de dados de delação premiada se confirme

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse neste domingo (19), durante o debate presidencial da Record, que os dados da delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff estão sob segredo de Justiça e que, se houve vazamento das informações para o candidato Aécio Neves (PSDB), é preciso apurar.


“Esses dados são sigilosos. Se eventualmente alguém teve acesso a eles, tem que ser apurado porque é crime. (...) Essa delação premiada está sob sigilo, sob a guarda legal e como tal deverá ser respeitada”, falou.


Questionado sobre como seria investigado o suposto vazamento, Cardozo disse que a Procuradoria-Geral da República será acionada para punir os responsáveis.


“Está sob a condução do Ministério Público. Não sei se houve vazamento ou não, não há nenhum indicador que tenha havido. Há boatos, boatos não se investigam. Se houve o vazamento dos termos, eu tenho certeza que a Procuradoria-Geral da República agirá com grande rigor; e ao detectar quem o fez, pagará na forma da lei”, declarou o ministro.



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Entrevista com Aloizio Mercadante no debate da Record

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Entrevista com Aloysio Nunes no debate da Record

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Entrevista com José Eduardo Cardozo no debate da Record

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Entrevista com Michel Temer no debate da Record

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Brasil e Paraguai estão à procura de prefeito suspeito de morte de jornalista

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Assunção, 20 out (EFE).- A polícia do Paraguai está colaborando com a brasileira nas buscas por Vilmar Acosta, prefeito paraguaio membro do Partido Colorado, que governa o país, por seu envolvimento com o assassinato do jornalista Pablo Medina e de sua assistente, Antonia Almada, informou nesta segunda-feira a promotoria local.


O irmão do prefeito, Wilson Acosta, também é procurado, suspeito de ser um dos autores materiais dos crimes, ocorridos na quinta-feira no departamento (estado) de Canindeyú, que faz fronteira com o Brasil.


A promotoria de Curuguaty, a principal cidade do departamento, trabalha com a hipótese de que ambos poderiam ter atravessado a fronteira com o Brasil.


"Não se descarta solicitar uma ordem de captura internacional", disse Nestor Cañete, promotor de Curuguaty.


Vilmar Acosta, prefeito da cidade de Ypehu, é considerado foragido desde o último sábado, assim como seu irmão, que também é acusado pelas mortes de Medina, de 53 anos e correspondente do jornal "ABC Color", e de Antonia, de 19.


Medina foi assassinado na quinta-feira junto com Antonia quando viajavam em um automóvel em uma estrada do departamento de Canindeyú.


A única sobrevivente do atentado é Juana Ruth Almada, irmã da jovem assassinada, que viajava no mesmo veículo e relatou o acontecido.


O advogado de Vilmar Acosta, Vicente Alderete, declarou hoje à rádio "Primero de Marzo" que falou pela última vez com seu cliente na sexta-feira e que o aconselhou a se colocar à disposição da Justiça.


O advogado disse desconhecer os motivos pelos quais Acosta se encontra foragido.


Também hoje, a deputada do departamento de Canindeyú, Cristina Villalba, emitiu um comunicado para negar qualquer envolvimento com a fuga do prefeito, como foi divulgado em alguns jornais paraguaios.


O "ABC Color" publicou hoje em seu site que Cristina Villalba, que também faz parte do Partido Colorado, é a protetora de Vilmar Acosta.


No entanto, a deputada declarou que as informações divulgadas pelo jornal são infundadas e irresponsáveis, baseadas em calúnias e falsidades.


Além disso, Cristina ofereceu hoje uma entrevista coletiva na qual informou que conversou com Acosta pelo telefone e que ela o aconselhou "a se entregar".


O ministro do Interior, Francisco de Vargas, anunciou hoje a aplicação de medidas de segurança policial para os jornalistas radicados em Curuguaty e para os que foram enviados ao local como correspondentes para cobrir o crime.


A região de Canindeyú é uma das principais produtoras de maconha do Paraguai, que tem como principal mercado o Brasil.


Medina vinha denunciando essas atividades e o suposto envolvimento de alguns dos políticos locais com o narcotráfico. EFE


jm/rpr



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Para combater ebola é necessário US$ 1,8 bilhão, diz Banco Mundial

Para combater ebola é necessário US$ 1,8 bilhão, diz Banco Mundial

Paris, 20 out (EFE). - O presidente do Banco Mundial (BM), Jim Yong Kim, afirmou nesta segunda-feira que a luta contra o vírus do ebola requer "pelo menos" US$ 1,8 bilhão e ressaltou que é imprescindível financiar esse combate sanitário desde já para evitar uma catástrofe maior.


"Foi pedido US$ 1,8 bilhão por enquanto e acho que será isso pelo menos, ou provavelmente mais. Não é questão de sentar e pensar quanto dinheiro é necessário, mas de pôr o dinheiro já. Porque o que vai acontecer é que, conforme o número (de afetados) vai crescendo, o custo também vai", declarou Yong Kim em entrevista divulgada hoje pela emissora "France 24".


Ele acrescentou que "um dólar investido hoje é muito melhor" porque evitará "ter de investir 4, 5, 10, 15 ou 20 dólares mais adiante". Por outro lado, não se mostrou favorável a fechar as fronteiras dos países afetados.


"Fechar as fronteiras não é uma maneira efetiva de deixar o ebola fora de algum país. Em alguns países vizinhos, as fronteiras estão mal definidas. Além do mais, acho que vai ser difícil impedir todo mundo de atravessar as fronteiras", acrescentou.


Para Yong Kim, um dos perigos é que se foquem em fechar as fronteiras e não em garantir que os três países mais afetados (Libéria, Serra Leoa e Guiné) tenham "tudo o que necessitam para conter a epidemia".


"Se cometermos esse erro, isso poderia se transformar em uma catástrofe muito maior", sentenciou.


Nesse sentido, avaliou positivamente os esforços de alguns países na cooperação com Médicos sem Fronteiras e com a Cruz Vermelha.


"Estamos agradecidos aos Estados Unidos, Reino Unido e França, mas agora todos têm que se somar. Temos que colocar os funcionários da saúde lá para manter isso controlado", concluiu. EFE



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Bolsa de Lisboa: PSI-20 fecha em baixa de 0,17%

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Lisboa, 20 out (EFE).- O principal índice da Bolsa de Valores de Lisboa, PSI-20, fechou nesta segunda-feira em baixa de 0,17%, aos 5.037,45 pontos. EFE



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Bolsa de Frankfurt: DAX-30 fecha em baixa de 1,5%

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Frankfurt, 20 out (EFE).- O índice seletivo DAX-30, da Bolsa de Valores de Frankfurt, fechou nesta segunda-feira em baixa de 1,5%, aos 8.717,76 pontos. EFE



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Bolsa de Madri: Ibex-35 fecha em baixa de 0,42%

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Madri, 20 out (EFE).- O índice Ibex-35, o principal da Bolsa de Valores de Madri, fechou nesta segunda-feira em baixa de 0,42%, aos 9.915,20 pontos. EFE



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Enfermeira norueguesa do MSF é declarada curada do ebola

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Copenhague, 20 out (EFE). - A voluntária norueguesa diagnosticada com ebola em Serra Leoa há duas semanas foi declarada curada e recebeu alta da unidade de isolamento do Hospital Universitário de Ullevaal (Oslo), informaram nesta segunda-feira autoridades médicas.


Silje Lehne Michalsen, de 30 anos e a primeira norueguesa a ter o vírus, foi internada no Ullevaal no último dia 7, após ser repatriada em um avião francês fretado por Médicos Sem Fronteiras (MSF), a organização humanitária para a qual trabalha. Ela contraiu o vírus em Bo, uma das maiores cidades de Serra Leoa.


"Estou incrivelmente feliz", declarou Silje hoje em entrevista coletiva no hospital.


Até agora, mais de 9 mil pessoas já contraíram o vírus e mais de 4.500 morreram, especialmente nos três países mais afetados pela doença: Libéria, Serra Leoa e Guiné. EFE



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Bolsa de Londres: FTSE-100 fecha em baixa de 0,68%

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Londres, 20 out (EFE).- O principal índice da Bolsa de Valores de Londres, o FTSE-100, fechou nesta segunda-feira em baixa de 0,68%, aos 6.267,07 pontos. EFE



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Bolsa de Milão: FTSE MIB fecha em baixa de 0,86%

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Roma, 20 out (EFE).- O índice FTSE MIB da Bolsa de Valores de Milão fechou nesta segunda-feira em baixa de 0,86%, aos 18.540,10 pontos.


Já o índice geral FTSE Itália All-Share caiu 0,82%, para 19.611,88 pontos. EFE



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Bolsa de Paris: CAC-40 fecha em baixa de 1,04%

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Paris, 20 out (EFE).- O principal indicador da Bolsa de Valores de Paris, o CAC-40, fechou nesta segunda-feira em baixa de 1,04%, aos 3.991,24 pontos. EFE



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Bolsa de Buenos Aires: Merval abre em forte alta de 2,98%

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Buenos Aires, 20 out (EFE).- O índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires abriu em forte alta de 2,98% nesta segunda-feira, aos 10.857,28 pontos.


Às 12h21 locais (13h21 de Brasília), eram negociados os valores de 50 empresas, com um balanço de 48 em alta e duas em baixa, com giro financeiro de 61,6 milhões de pesos (cerca de US$ 7,2 milhões).


O dólar abriu cotado a 8,47 pesos para venda, um leve aumento em relação ao fechamento de sexta-feira. EFE



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França destrói vários veículos em terceiro ataque contra EI no Iraque

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Paris, 20 out (EFE). - O exército francês realizou um terceiro ataque contra os terroristas do Estado Islâmico em território iraquiano, no qual aviões Rafale destruíram vários veículos do grupo armado, informou nesta segunda-feira o Ministério da Defesa da França em comunicado.


A operação aconteceu ontem na região de Tikrit, a cerca de 200 quilômetros ao norte de Bagdá, após comprovar o caráter hostil de uma série de veículos, modelo pick-up, que tinham sido localizados em um voo de reconhecimento. Os aviões lançaram três bombas guiadas por laser e os dois veículos foram destruídos.


"Este ataque se inscreve no marco da assistência à coalizão de apoio às forças armadas iraquianas na região de Baiji-Tikrit", esclareceu o texto do órgão francês.


Em 19 de setembro, as tropas francesas tinham destruído um depósito logístico e, seis dias depois, atacaram quatro hangares com material militar.


O Ministério da Defesa francês declarou que participa desta operação com nove aviões Rafale, um avião cisterna C135 e um avião de patrulha marítima Atlantique 2. À zona do Golfo Pérsico se dirige a fragata antiaérea Jean Bart para completar o dispositivo e controlar o tráfego aéreo da região. EFE



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Conflitos deixam 78 mortos em cinco dias em cidade na Líbia

Conflitos deixam 78 mortos em cinco dias em cidade na Líbia

Trípoli, 20 out (EFE).- Pelo menos 25 pessoas morreram no domingo em combates na cidade de Benghazi, no leste da Líbia, aumentando para 78 o número de vítimas da ofensiva militar contra milícias islamitas iniciada há cinco dias.


O general reformado Jalifa Haftar começou na última quarta-feira uma ação militar, reunindo vários setores do exército do antigo regime de Muammar Kadafi, contra as forças islamitas compostas por milícias do Majlis al Shura (Conselho da Shura), do Al Zuar de Bengazhi e Ansar Asharia, classificada como terrorista pelos Estados Unidos.


Ontem, ocorreram graves conflitos em bairros da cidade, como Al Layzi, Al Mayuri e Buhdima, onde morreram nove civis. Além disso, foram vários os ataques das milícias islamitas na cidade.


Uma fonte policial disse à Agência Efe que também houve enfretamentos nas cidades de Gar Yunis entre combatentes do Majlis Al Shura e uma milícia militar leal as tropas de Haftar, que terminaram com a morte de 16 soldados, a maioria deles das forças do general reformado.


Até mesmo alguns civis se uniram às forças de Haftar para lutar contra as milícias islamitas.


O general é teoricamente apoiado pelo novo governo e parlamento, reconhecido pela comunidade internacional, e faz desde julho uma operação militar batizada de Al Karama (Dignidade) em Bengazhi para eliminar as milícias, classificadas como "terroristas".


A onda de violência em Bengazhi tem se refletido em Trípoli, onde as milícias que se enfrentam entre si são as chamas de Zintan (aliadas do governo da cidade) com a Misrata, aliadas dos islamitas. EFE



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