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Eleitores de Roraima esperam que próximo governador resolva problemas na saúde

Eleitores de Roraima esperam que próximo governador resolva problemas na saúde

Quase 300 mil eleitores vão às urnas amanhã (26) para escolher o novo governador de Roraima, menor colégio eleitoral do Brasil. Concorrem à cadeira no Palácio Senador Hélio Campos, Chico Rodrigues (PSB) e Suely Campos (PP).


A estudante Vanessa Nascimento, de 22 anos. Apesar de ainda estar indecisa, espera que o novo governador resolva os problemas da saúde, educação e segurança. Ela confessa que ficou decepcionada com os candidatos que, na opinião dela, não apresentaram propostas convincentes e fizeram da campanha um combate. “Votar eu vou, só não sei em quem ainda, porque está meio complicado. Proposta não teve [propostas]. Só teve um jogando pedra no outro. Eles não falam nada do que a gente precisa saber.”
Há quatro anos morando em Boa Vista, o motorista maranhense Luiz Felipe Pinheiro, de 22 anos, também espera melhorias no Estado. Ele fez questão de transferir o título de eleitoral, logo no primeiro ano de mudança. Além de votar, ele quer ter o direito de cobrar o cumprimento das propostas feitas pelo candidato escolhido.


Luiz Felipe não pensa em voltar para o Maranhão e quer buscar a família para morar com ele em Boa Vista, mas antes disso espera melhorias no saneamento básico e na saúde em todo o estado. “Esses candidatos só falam em mudança, mas Roraima está numa situação muito crítica na saúde. No geral, você é muito mal atendido, nunca tem remédio. Quando você fica internado fica lá no meio do corredor. A parte principal que a gente precisa é saúde”, completa.


A expectativa do auxiliar operacional Jailson Gomes dos Santos, de 30 anos, é que o turismo e a cultura do estado recebam mais incentivo. “Há muitas pessoas aí para fora que não conhecem Roraima. Pensa que aqui é só índio e floresta, mas na realidade não é só isso não”, frisa. Além disso, Jailson Santos espera melhorias no sistema de internet e no aeroporto da capital, para aumentar o fluxo de visitantes.


O estado de Roraima foi criado em 1988 e promove a sétima eleição para governador. O próximo eleito tomará posse no dia primeiro de janeiro de 2015 e ficará no comando do Estado pelos próximos quatro anos.



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Aneel quer aumentar preço mínimo da energia

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Saiba como melhorar a leitura das digitais na hora do voto

fonte: Divulgação Saiba como melhorar a leitura das digitais na hora do voto Saiba como melhorar a leitura das digitais na hora do voto

Eleitores de todo o país usarão novamente o sistema biométrico de identificação amanhã (26) para votar no segundo turno. Na primeira fase do pleito, parte da população teve problemas com a identificação das digitais. Para que o procedimento de leitura seja feito corretamente, eleitores e mesários precisam ficar atentos a algumas orientações.


O secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Ricardo Negrão, explica que muitos fatores podem influenciar a leitura. Um deles é a posição do dedo no leitor e a pressão aplicada. “Os mesários foram treinados a informar o eleitor qual o procedimento correto. No treinamento, eles fizeram vários testes com relação ao posicionamento e à pressão exercida no leitor.”


Outra questão que deve ser lembrada é a hidratação da pele. Há quem acredite que passar álcool pode ajudar a deixar a mão livre de gordura facilitando a identificação biométrica. Mas a verdade é que isso pode até prejudicar. “A mão muito ressecada, no dia da eleição, pode dar problema na identificação. Mas a gente também não recomenda que a pessoa use muito creme. Limpe a mão normalmente com sabão e não utilize produtos com álcool e coisas que ressequem os dedos”, recomenda o secretário do TRE-DF.


A bacharel em Direito Camila Loretti vota em Taguatinga, cidade do DF a cerca de 20 quilômetros de Brasília. Ela conta que, no primeiro turno, a urna eletrônica não reconheceu sua digital na primeira tentativa. “Na segunda vez, a mesária me ajudou. Ela virou o dedo na tela do sensor e pressionou. E aí deu certo.”


E se o leitor da urna estiver sujo, cheio de digitais? Isso pode prejudicar o processo? Negrão afirma que não. “Ele não traria prejuízo se estivesse muito sujo, mas a gente recomenda que o mesário limpe até mesmo para manter a parte higiênica”. Segundo o secretário, no primeiro turno, foram distribuídos aos mesários papéis umedecidos para a limpeza, procedimento que também será feito neste domingo.


Mas nem tudo depende do eleitor. Algumas urnas apresentaram problemas durante o primeiro turno. O secretário do TRE-DF conta que em Brasília, dos mais de 6,4 mil equipamentos usados no dia 5 de outubro, 219 apresentaram problemas. Desses, 180 tiveram alteração nos sensores biométricos.


Uma dessas urnas estava na seção onde a bancária aposentada Maria Gorete Batalha vota no Lago Sul – região distante quase 10 quilômetros da área central de Brasília. O equipamento não identificou muitos dos eleitores da seção. Com Gorete, foram oito tentativas. “Só estava tendo essa fila na minha seção. Cheguei lá às 9h30 e voltei para casa às 12h12 e a escola fica a cinco minutos da minha casa. Tive que testar as oito vezes e era sempre o indicador e o polegar”.  Como mesmo assim não funcionou, o mesário liberou a urna e ela pôde votar mas conta que muita gente chegou a ir embora já que até o momento que saiu do local, o equipamento não tinha sido substituído.


Negrão, explica que os equipamentos que apresentaram problemas passaram por manutenção para serem usados amanhã. “Os sensores foram substituídos por outros novos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encaminhou um lote de sensores para que a gente pudesse fazer a troca”.  Além do Distrito Federal, Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Paraná também realizaram a troca. Ao todo, foram cerca de mil leitores biométricos substituídos.


O secretário do TRE-DF explica também que mesmo que a urna apresente problemas o eleitor não será prejudicado. “O mesário tem toda a autonomia para autorizar esse eleitor, que não foi reconhecido pela biometria, a votar no dia da eleição. São oito tentativas que o eleitor tem que fazer para tentar ser habilitado pela biometria. Não conseguindo, o mesário coloca um código que ele detém e autoriza o eleitor a votar.”


Para Negrão, a familiaridade com o equipamento adquirida com a votação do primeiro turno, tanto pelos eleitores quanto pelos mesários, deve ajudar a diminuir o tempo nas seções. A previsão é que cada pessoa leve cerca de 30 segundos para registrar o voto.


De acordo com o TSE, o sistema biométrico apresentou um percentual de 91,5% de reconhecimento dos eleitores. Para o segundo turno a expectativa é aumentar ainda mais a eficiência do sistema e baixar o índice de não reconhecimento para cerca de 5%.



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Prefeitura de São Paulo vai regulamentar taxação progressiva

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Imóveis vazios terão IPTU progressivo no centro de São Paulo

Imóveis vazios terão IPTU progressivo no centro de São Paulo Imóveis vazios terão IPTU progressivo no centro de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo irá regulamentar a taxação progressiva no IPTU de imóveis vazios ou subutilizados no centro.


A medida faz parte do novo plano diretor e o índice que corrige alíquota que baseia o imposto poderá chegar a 15%. O objetivo é forçar os proprietários a garantir o uso social da propriedade privada e funciona como um ultimato.


Em entrevista ao repórter Thiago Uberreich, o prefeito Fernando Haddad explicou que os imóveis serão inicialmente notificados. "Semana que vem sai o decreto do IPTU progressivo no tempo", e continua: "Ele não pode manter um prédio ocioso no centro de São Paulo sem quem insira uma líquida majorada. Ele irá pagar mais pela ociosidade".


De acordo com Fernando Haddad, em um primeiro momento, serão 200 ofícios aos imóveis vazios no centro da cidade.


O advogado Márcio Bueno, especialista em direito imobiliário, não considera a medida negativa, mas questiona os motivos da ociosidade. "O fato de estar fechado não significa que ele não esteja atendendo a sua finalidade social". Ele considera importante repovoar o centro da cidade, mas defende um plano estratégico para a região.


 A ideia da Prefeitura é já cobrar o IPTU progressivo dos imóveis vazios a partir do ano tributário de 2015.



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TSE nega pedido do PT

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TSE nega pedido do PT para retirar reportagem de revista

fonte: Portal Jovem pan TSE nega pedido do PT para retirar reportagem de revista TSE nega pedido do PT para retirar reportagem de revista

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou o pedido do PT para obrigar a editora Abril a retirar propaganda da revista Veja no Facebook. O anúncio traz a capa da edição desta semana, com as fotos de metade dos rostos de Dilma e Lula sobre um fundo preto.


Entre as duas fotos, o texto diz: "Petrolão: Eles sabiam de tudo" sobre as denúncias em delação premiada do doleiro Alberto Youssef. Dilma Rousseff, no horário gratuito do rádio, negou ter conhecimento de qualquer malfeito na estatal e acusou a "Veja" de fazer "terrorismo eleitoral".


"Não posso me calar frente a esse ato de 'terrorismo eleitoral' articulado pela revista Veja e seus pareceiros ocultos. Uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática. Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas ações de pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula os episódios da Petrobras que estão sobre investigação da justiça".


Já o candidato tucano Aécio Neve afirmou que Alberto Youssef falou em contexto de delação premiada, que só tem valor se a denúncia é comprovada. Aécio diz que pediu investigações da Procuradoria Geral da República especialmente para suposta conta bancária do PT no exterior.


"Um dos coordenadores da campanha do PT solicitava que fosse repatriado, que retornasse ao Brasil 20 milhões de dólares para a atual campanha eleitoral. Se comprovado isso, é a confirmação de que houve operação de caixa dois na atual campanha presidencial do PT. Repito, é algo extremamente grave que tem que ser confirmado, mas é preciso que seja apurado".


Jurista e integrante do Linha de Frente Jovem Pan salienta que se a denúncia for confirmada, Dilma Rousseff praticou improbidade administrativa. Yves Gandra Martins explica, em tese, porque a vitória da petista implicará em instauração de processo de impeachment.


"Se o partido da previdência recebia 2% do número de contas segundo o que a Veja apresenta, automaticamente nós estaríamos com uma eleição que teria sido ganha, se ela vier a ganhar, através de um partido político que apoiou e recebeu dinheiro da empresa estatal que ela foi presidenta, ou seja, empresa dela, para que a campanha fosse feita. A denúncia é muito grave e se chegar a ser provado eu creio que vamos ter um processo de impeachment".


Professor de ética da Unicamp afirma que um presidente da República revela disfuncionalidade para o cargo quando diz desconhecer os fatos. Apesar disso, Roberto Romano enfatiza que na outra ponta, a situação fica muito mais grave quando um chefe de Executivo sabe que a corrupção existe.


"A função do Presidente da República é saber, se ele nao sabe temos um problema gravissímo". Roberto Romano acrescenta que se Dilma Rousseff vencer, o País assistirá a um Poder Executivo sob investigação da polícia, da Justiça e do Congresso.


 



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Projeto para incentivar parto normal

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Exército do Líbano e jihadistas do EI voltam a se confrontar em Trípoli

Exército do Líbano e jihadistas do EI voltam a se confrontar em Trípoli

Os combates entre o exército do Líbano e membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) foram retomados neste sábado (25) na cidade de Trípoli, no norte do país, onde uma pessoa morreu e outras 13 ficaram feridas.


A ANN (Agência Nacional de Notícias) destacou que os confrontos explodiram mais uma vez após algumas horas de tranquilidade. Por enquanto, os enfrentamentos resultaram em um morto (um cidadão egípcio) e cinco civis feridos. Já o exército libanês afirmou em comunicado que oito soldados ficaram feridos, entre eles um oficial.


"Os terroristas tratam de desestablizar a segurança em Trípoli, incitam o sectarismo e a discórdia. Por esse motivo, o exército entrou na área de Zahrieh e lutou contra um grupo que ali se encontrava, utilizando armas leves e de meio calibre antes de cercar os antigos mercados", acrescentou a nota.


As forças armadas também afirmaram que estão investigando os locais suspeitos para prender possíveis assaltantes e apresentá-los à Justiça.


As baixas no lado extremistas são desconhecidas porque a Cruz Vermelha do Líbano não tem acesso ao local onde os confrontos ocorreram.


Segundo a ANN, o exército segue disparando contra os radicais e cerca os mercados velhos de Trípoli, considerados pela Unesco como patrimônio da humanidade.


Os combates começaram na noite de sexta-feira (24) e depois se estenderam a outras áreas de Trípoli, depois que circularam rumores sobre a morte de um desertor do exército em uma batida realizada pelos militares líbanos em Denniye, no norte do país.


Três jihadistas morreram e um soldado ficou ferido nessa operação, que permitiu a prisão de um líder do EI supostamente envolvido na decapitação de um soldado libanês.


Pelo menos 27 soldados e policias do Líbano estão nas mãos do Ei e da Frente al Nusra - filial da Al Qaeda na Síria - desde agosto, quando houve uma série de confrontos na região de Arsal, na fronteira com a Síria, deixando 19 militares mortos e 86 feridas.


Desde a explosão do conflito na vizinha Síria, em março de 2011, os atentados, sequestros e enfrentamentos armados e outros atos violentos têm aumentado no Líbano, dividido entre partidários e opositores do presidente sírio, Bashar al Assad.




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Brasileiros batem recorde de gastos no exterior

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2º volume morto do Cantareira

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Mali cria comitê de crise para conter ebola e presidente pede calma

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(Corrige título).


Bamaco, 25 out (EFE).- O governo de Mali criou um comitê interministerial de crise após a morte de uma menina de 2 anos por ebola na sexta-feira, o primeiro caso registrado no país, e lançou uma campanha de conscientização na mídia para multiplicar as medidas preventivas.


Em entrevista à emissora francesa "Radio France Internationale", o presidente Ibrahim Boubacar Keita pediu à população "calma e serenidade" para enfrentar a doença.


"Faremos tudo o possível para evitar o pânico", disse Keita, que excluiu totalmente a hipótese de fechar a fronteira do Mali com a Guiné, um dos focos do vírus e de onde veio a menina morta.


Keita considerou o caso da menina como uma "imprudência". Ao saber da morte do pai na Guiné, possivelmente por ebola, a menina viajou de Kayes, no Mali, até o país vizinho, acompanhada por sua vó. As duas retornaram, primeiro passando por Bamaco e depois chegaram à cidade natal.


No trajeto de volta, a menina passou mal em um ônibus público, apresentando febre e sangrando pelo nariz. Assim que chegou ao Hospital de Kayes, os médicos suspeitaram que ela sofria de ebola. Testes foram feitos e enviados a Bamaco, que confirmou a existência do vírus no dia 23. A menina morreu no dia seguinte.


Cerca de 50 pessoas que tiveram contato direto com ela, tanto em Bamaco como em Kayes (entre eles 11 parentes e 10 integrantes da equipe médica), foram postas em observação em um lugar seguro, conforme fontes do Ministério da Saúde do Mali, que garante que todos apresentam uma evolução adequada.


As escolas de Kayes estão fechadas desde a revelação do caso.


O país já recebeu alguns kits de proteção enviados pela China e lançou uma campanha educativa no rádio e na televisão para multiplicar as medidas preventivas.


Entre elas estão orientações para evitar o contato com animais selvagens e a divulgação de números de telefones para que os cidadãos informem sobre qualquer suspeita de ocorrência da doença às autoridades.


Além disso, o governo obrigará que as companhias de transportes façam listas de passageiros e destinos. Elas também terão que oferecer produtos desinfetantes nos meios públicos de transporte.


As novas medidas se somam aos controles térmicos que já estão sendo praticados nos aeroportos malineses, assim como outras ações de verificação alfandegária, o que fizeram a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhecer "a reação rápida" das autoridades do país.


Hoje, a OMS atualizou os números do ebola. São 10.141 infectados em todo o mundo, com 4.922 mortes registadas.


O Mali comunicou à OMS que precisa de formação em prevenção e controle de infecções, equipamentos de proteção individual, assistência para rastrear os contatos e para realizar uma investigação completa sobre o caso da menina.


Uma equipe composta por especialistas da OMS e do Centro de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos já se encontra no Mali ajudando o setor sanitário do país a implantar ações para conter a doença se fosse registrado um caso "importado", assim como ocorreu. EFE



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Mali cria comitê de crise para conter ebola; presidente pede calma à cidadãos

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Bamaco, 25 out (EFE).- O governo de Mali criou um comitê interministerial de crise após a morte de uma menina de 2 anos por ebola na sexta-feira, o primeiro caso registrado no país, e lançou uma campanha de conscientização na mídia para multiplicar as medidas preventivas.


Em entrevista à emissora francesa "Radio France Internationale", o presidente Ibrahim Boubacar Keita pediu à população "calma e serenidade" para enfrentar a doença.


"Faremos tudo o possível para evitar o pânico", disse Keita, que excluiu totalmente a hipótese de fechar a fronteira do Mali com a Guiné, um dos focos do vírus e de onde veio a menina morta.


Keita considerou o caso da menina como uma "imprudência". Ao saber da morte do pai na Guiné, possivelmente por ebola, a menina viajou de Kayes, no Mali, até o país vizinho, acompanhada por sua vó. As duas retornaram, primeiro passando por Bamaco e depois chegaram à cidade natal.


No trajeto de volta, a menina passou mal em um ônibus público, apresentando febre e sangrando pelo nariz. Assim que chegou ao Hospital de Kayes, os médicos suspeitaram que ela sofria de ebola. Testes foram feitos e enviados a Bamaco, que confirmou a existência do vírus no dia 23. A menina morreu no dia seguinte.


Cerca de 50 pessoas que tiveram contato direto com ela, tanto em Bamaco como em Kayes (entre eles 11 parentes e 10 integrantes da equipe médica), foram postas em observação em um lugar seguro, conforme fontes do Ministério da Saúde do Mali, que garante que todos apresentam uma evolução adequada.


As escolas de Kayes estão fechadas desde a revelação do caso.


O país já recebeu alguns kits de proteção enviados pela China e lançou uma campanha educativa no rádio e na televisão para multiplicar as medidas preventivas.


Entre elas estão orientações para evitar o contato com animais selvagens e a divulgação de números de telefones para que os cidadãos informem sobre qualquer suspeita de ocorrência da doença às autoridades.


Além disso, o governo obrigará que as companhias de transportes façam listas de passageiros e destinos. Elas também terão que oferecer produtos desinfetantes nos meios públicos de transporte.


As novas medidas se somam aos controles térmicos que já estão sendo praticados nos aeroportos malineses, assim como outras ações de verificação alfandegária, o que fizeram a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhecer "a reação rápida" das autoridades do país.


Hoje, a OMS atualizou os números do ebola. São 10.141 infectados em todo o mundo, com 4.922 mortes registadas.


O Mali comunicou à OMS que precisa de formação em prevenção e controle de infecções, equipamentos de proteção individual, assistência para rastrear os contatos e para realizar uma investigação completa sobre o caso da menina.


Uma equipe composta por especialistas da OMS e do Centro de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos já se encontra no Mali ajudando o setor sanitário do país a implantar ações para conter a doença se fosse registrado um caso "importado", assim como ocorreu. EFE



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Ministério da Saúde e ANS iniciam projeto para incentivar parto normal

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O Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement assinaram na sexta-feira (24) a cooperação técnica para a implantação de um projeto para incentivar o parto normal.


O índice altíssimo vai contra as diretrizes da Organização Mundial de Saúde que preconiza apenas 15% de cirurgias para a mulher dar à luz. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirma que são necessárias ações inovadoras para mudar a cultura dos últimos 30 anos.


"120 vezes maior o risco de ter problema respiratório o bebê. 25% dos óbitos infantis, triplica a mortalidade materna". Segundo ele, é importante remunerar bem os obstetras.


O objetivo do projeto é induzir a adoção de práticas com foco no atendimento humanizado às gestantes e aos bebês.
Em entrevista a jornalista Renata Perobelli, o presidente do Albert Einstein, Cláudio Lottenberg, explica como o hospital vai atuar na parceria.


"A questão do parto cesária e do parto normal está muito destorcida ao que envolve a informação".


Hospitais interessados podem participar do plano de redução de cesáreas que começa no mês de fevereiro de 2015.




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Brasileiros batem recorde de gastos no exterior no mês de setembro

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No mês de setembro, os brasileiros gastaram mais de 20 bilhões de dólares no exterior e bateram o recorde de saldo negativo no balanço das contas externas. Em entrevista a Denise Campos de Toledo, o ex-economista do Banco Mundial, Cláudio R. Frischtak, adverte que o Brasil está comprando problemas.


“Nós estamos importando essa poupança não tanto para investir, mas para consumir. Inclusive, consumir viagens para o exterior. A percepção que existe é que estamos nos endividado”.


Outro economista culpa a política salarial pelo incentivo às compras no exterior que chegaram a 2 bilhões e 400 milhões de dólares só em setembro.


Alexandre Chaia enfatiza que com salários altos e produtividade baixa é mais negócio para pessoas físicas e jurídicas irem às compras no exterior.


“Temos industrias hoje produzindo com um custo mais alto por conta do governo que tem incentivado o aumento salariais acima da inflação sem melhora na produtividade”.


Ele ainda afirma que o brasileiro já percebeu que compensa mais comprar lá fora do que no país, que é muito mais caro. Supostas pesquisas de bancos que apontam para o empate técnico entre Aécio e Dilma reacenderam o ânimo dos investidores na Bovespa.


O pregão de sexta-feira (24) fechou com alta de 2,42% puxado principalmente por boatos, diz o analista Luiz Otávio de Souza Leal.


“O mercado está muito difícil de se operar porque não esta baseado em fundamentos e sim em boatos. A gente viu a bolsa, principalmente o que chamam de ‘kit eleições’ subindo e descendo no mesmo dia, dependendo se o boato é bom ou ruim. Está sendo um mercado bem complicado mesmo”


Outro sinal de que correram informações sobre resultados eleitorais desfavoráveis a Dilma Rousseff veio do câmbio. O investidor que na quinta-feira (23) correu para o dólar, voltou para a Bolsa no pregão de sexta e a cotação da moeda americana caiu para R$2,45.




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Milhares de italianos protestam contra reforma trabalhista em Roma

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Roma, 25 out (EFE).- Milhares de cidadãos italianos foram às ruas
de Roma neste sábado, convocados pelo principal sindicato do país, a
Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL), para protestar
contra a reforma trabalhista proposta pelo primeiro-ministro Matteo
Renzi.


Os manifestantes começaram a se reunir por volta das 9h locais
(5h em Brasília) e avançaram até a Praça de São Giovani. A
expectativa do CGIL era reunir mais de 1 milhão de pessoas na
capital italiana.


A líder da CGIL, Sussana Camusso, antecipou à imprensa que o
movimento continuará lutando contra a reforma "de todas as formas
necessárias" e disse que pode convocar uma greve geral caso os
trabalhadores não tenham suas reivindicações atendidas.


Camusso desfilava segurando um cartaz com o lema "Trabalho,
dignidade e igualdade para mudar a Itália". Outros manifestantes
exibiam mensagens contra a alteração do artigo 18 do estatuto
trabalhista italiano, um dos pontos mais polêmicos da proposta de
Renzi.


O artigo protege profissionais de empresas com mais de 15
empregados contra demissões improcedentes e garante o direito à
indenização ou à reintegração ao emprego.


Alguns manifestantes começaram a entoar a canção 'Bela Ciao' -
cantada pelas tropas que lutaram contra os facistas durante a
Segunda Guerra Mundial. Trabalhadores da Ópera de Roma, despedidos
recentemente, também foram vistos nas ruas.


"Para criar emprego é preciso mudar a política econômica", afirma
a convocação da CGIL, intepretada como uma prova de força do
principal sindicato do país contra as reformas impulsionadas pelo
governo de Renzi, membro do Partido Democrata.


O ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi já tinha tentado
modificar o artigo 18 do Estatuto dos Trabalhadores em 2002, o que
provocou uma greve geral, além de uma manifestação que reuniu mais
de 3 milhões de pessoas em todo o país. EFE


jam/lvl


(foto)



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Coalizão internacional intensifica ataques em Mossul e mata 55 membros do EI

Coalizão internacional intensifica ataques em Mossul e mata 55 membros do EI

Mossul (Iraque), 25 out (EFE).- Pelo menos 55 membros do Estado Islâmico (EI) morreram nas últimas horas após os bombardeios mais intensos realizados até o momento pela coalizão internacional contra as posições do grupo jihadista da cidade iraquiana de Mossul.


O general da polícia da província de Nineveh, no norte do país, Khaled al Hamdani, explicou à Agência Efe que o local mais bombardeado foi um acampamento na cidade de Al Kendi, usado pelos radicais como sede militar.


A ofensiva, realizada com morteiros e, sobretudo, aviões franceses, destruiu também munições e armas guardadas pelo EI na região.


O general disse que, após os ataques, integrantes do EI enviaram muitas ambulâncias ao local para transferir feridos e mortos. Além disso, cortaram a comunicação e a eletricidade na cidade.


Por outro lado, fontes médicas afirmaram que o hospital de Mossul recebeu mais de 150 vítimas, entre mortos e feridos. Mais de 50 corpos foram levados pelo EI ao cemitério de Wadi Akab.


Em junho, os extremistas lançaram um ataque relâmpago e com isso conseguiram controlar largas zonas no norte do Iraque, incluindo Mossul, e proclamaram a formação de um califado no país e na vizinha Síria. EFE



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Sabesp passa a contabilizar 2º volume morto do Cantareira

fonte: Joel Silva/folhapress Sabesp passa a contabilizar 2º volume morto do Cantareira Sabesp passa a contabilizar 2º volume morto do Cantareira

A Sabesp já contabilizou a segunda cota do volume morto do sistema Cantareira.A reserva atual é de 2,9% e a empresa passou a informar que os mananciais estão com 13,6%. De acordo com o Estado, o abastecimento de São Paulo deve ficar garantido até março de 2015, mesmo sem chuva.


O governador Geraldo Ackmin justifica a nova contabilidade do Cantareira como forme de indicar que a cota poderá ser utilizada se necessário. "Nós achamos que talvez nem haja necessidade da segunda cota, então passamos para 13,6% o sistema Cantareira. Agora em novembro entra mais 1m³ por segundo do Guarapiranga. A gente vai gradualmente reduzindo. No caso do Alto Tietê você tem o Guaratuba que é uma opção importante"


O sistema Alto Tietê, citado pelo governador, está atualmente com 8% de água e também sofre com a grave estiagem.


O professor de hidrologia da Unicamp, Antônio Carlos Zuffo, defende uso da nova cota do volume morto: "Na situação que estão os reservatórios é necessário você tirar essa água. Nós estamos esperando chuvas que ainda não ocorreram e os reservatórios ainda estão baixos", e completa: "Para haver uma recuperação do sistema Cantareira deverá haver primeiro uma recomposição do volume morto para depois o acúmulo dentro do reservatório".




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Aécio diz que sua vitória nas eleições daria tranquilidade aos investidores

Aécio diz que sua vitória nas eleições daria tranquilidade aos investidores

Madri, 25 out (EFE).- O candidato do PSDB, Aécio Neves, afirmou que sua vitória nas eleições de domingo gerará um ambiente de tranquilidade para investidores e empresários no Brasil.


Em entrevista publicada pelo jornal espanhol "La Razón" neste sábado, Aécio responsabiliza a presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, de causar um desequilíbrio macroeconômico no país por causa de sua má gestão e a relaxada política fiscal.


"Vamos recuperar a confiança no Brasil, aumentar o investimento e fazer um estrito controle das contas públicas. Esse conjunto de ações ajudará a diminuir a inflação. Não se pode tolerar que o país siga tendo um crescimento insignificante, menor que 1%", disse o peessedebista.


Além disso, Áecio afirmou que defenderá a simplificação do sistema tributário o que permitiria, mais tarde, uma redução dos impostos.


O tucano repetiu as acusações de que Dilma estaria fazendo uma "campanha do medo", a base de calúnias e mentiras.


"Quem faz campanha olhando para o passado é porque não tem presente e tem medo do futuro", disse, em referência à atual presidente.


No primeiro turno das eleições, realizada no último dia 5, Dilma registrou 41,59% dos votos contra 33,55% de Aécio.


O candidato do PSDB, que agora conta com o apoio de Marina Silva, terceira colocada no primeiro turno, garantiu que seu governo será baseado na "meritocracia".


Em caso de vitória no segundo turno, que será realizado amanhã, ele afirmou que deseja ser lembrado como "o presidente que revolucionou a educação". EFE



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Epidemia do ebola já causou mais de 4.990 mortes, afirma OMS

fonte: EFE Epidemia do ebola já causou  mais de 4.990 mortes, afirma OMS Epidemia do ebola já causou mais de 4.990 mortes, afirma OMS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou neste sábado (25) que já foram registrados mais de 10 mil casos de ebola nos oito países afetados, dois dos quais, Nigéria e Senegal, foram recentemente declarados livres da doença.


Do total de 10.141 infectados, 4.922 morreram, de acordo com os últimos dados divulgados pela OMS sobre a situação da epidemia de ebola.


A OMS explicou que 4.655 contagiados estão na Libéria, 3.896 em Serra Leoa, 1.553 na Guiné, 20 na Nigéria, quatro nos Estados Unidos e outros três no Senegal, na Espanha e no Mali.


Nigéria e Senegal foram declarados há uma semana livres de ebola após 42 dias (o dobro do período máximo de incubação, de 21 dias) sem que ninguém tenha apresentado os sintomas da doença.


Nos sete meses de epidemia, segundo a OMS, 450 profissionais de saúde acabaram contaminados pelo vírus, dos quais 228 estavam na Libéria, 127 em Serra Leoa, 80 na Guiné, três nos Estados Unidos e um na Espanha. Mais da metade (244) morreram em decorrência da doença.


Na estatística, a OMS contabilizou uma menina de 2 anos morta na sexta-feira (24) no Mali. O caso gerou muita preocupação porque ela fez um longo percurso desde a Guiné e entrou em contato com muitas pessoas. 




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Separatistas vão organizar boicotes em 15 zonas eleitorais ucranianas

Separatistas vão organizar boicotes em 15 zonas eleitorais ucranianas

Kiev, 25 out (EFE).- Os separatistas pró-Rússia vão organizar boicotes em 15 das 32 zonas eleitorais existentes nas regiões de Donetsk e Lugansk, controladas por eles, durante as eleições legislativas que serão realizadas no domingo na Ucrânia.


Segundo a agência "Unian", a Comissão Eleitoral informou neste sábado que sequer imprimiu as cédulas para essas zonas, que incluem as capitais de ambas as regiões, onde um maior número de eleitores é convocado às urnas.


Também não poderão votar os ucranianos que moram nas localidades de Gorlovka e Makeevka, dois dos principais redutos rebeldes em Donetsk. Da mesma forma, os boicotes ocorrerão em Krasnodov, Krasni, Luch e Alchevsk, todas em Lugansk.


O exército ucraniano garantirá o direito à voto em 11 das 21 zonas eleitorais de Donetsk (correspondentes à 3,3 milhões de eleitores) e em cinco das 11 de Lugansk (1,7 milhões de eleitores).


Cerca de 50 mil soldados e membros da Guarda Nacional serão encarregados de assegurar a votação nas zonas de conflito. No resto do país, mais de 100 mil policiais têm a responsabilidade de manter a ordem pública durante as eleições de domingo.


Somadas aos problemas nas 12 zonas eleitorais da Crimeia, território anexado pela Rússia em março, os ucranianos só poderão escolher 423 dos 450 da Rada Suprema (parlamento do país).


Os separatistas pró-Rússia anunciaram há semanas a intenção de boicotar as eleições legislativas nos territórios sob seu controle, onde convocaram para o dia 2 de novembro seu próprio pleito para escolher os integrantes do Soviete Supremo.


O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, pediu hoje que a população compareça em massa nas eleições legislativas de amanhã para defender a independência do país frente à ameaça russa.


"Devemos receber uma autêntica expressão da vontade popular. O que realmente quer o povo? Uma miséria quase colonial ou a independência do país e a prosperidade? A capitulação perante o império (russo) ou o Estado ucraniano?", questionou.


O chefe do governo e líder da Frente Popular disse que o direito de voto livre custou à Ucrânia "muitas vítimas". Ele garantiu que as autoridades darão segurança aos eleitores e a manterão a lisura do pleito. Quase 37 milhões de ucranianos devem comparecer às urnas nas eleições do domingo.


O governo russo disse nesta semana que reconhecerá os resultados das eleições legislativas na Ucrânia, mas também defendeu a realização do pleito nos territórios separatistas no próximo dia 2 de novembro, atitude condenada pelo Ocidente. EFE vh-io/lvl



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Obama pede que americanos respondam ao ebola com ciência e não com o medo

Obama pede que americanos respondam ao ebola com ciência e não com o medo

Washington, 25 out (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste sábado que os americanos se guiem pela ciência e não pelo medo para responder aos casos de ebola detectados no país, principalmente após o alerta gerado pela notícia do primeiro paciente infectado em Nova York.


"Temos que nos guiar pela ciência, pelos fatos, não pelo medo. Ontem, os nova-iorquinos nos mostram como se faz. Fizeram o que fazem todos os dias. Subiram em seus ônibus, no metrô, nos elevadores, foram trabalhar e se reuniram nos parques", disse o presidente em seu discurso dos sábados, depois de uma semana dedicada ao combate à doença.


"Esse espírito, essa determinação de seguir adiante, é algo que faz com que Nova York seja uma das grandes cidades do mundo. E esse é o espírito que todos podemos aprender à medida que enfrentamos esse desafio", acrescentou.


Com a mensagem, Obama quis tranquilizar o país em uma semana na qual os americanos conviveram com boa notícia de que três dos contagiados superaram a doença, mas também souberam do médico infectado que chegou a Nova York.


Craig Spencer, de 33 anos, cuidou de vários doentes de ebola na Guiné e, após voltar aos EUA, apresentou os sintomas da doença, sendo internado na quinta-feira no Hospital Bellevue de Nova York, onde recebe tratamento.


Esse é o quarto registro da doença confirmado no país. Os outros três ocorreram em Dallas (Texas), todos ligados a um único paciente.


O primeiro caso do vírus nos Estados Unidos foi o do liberiano Thomas Eric Duncan, que morreu em 8 de outubro, dias depois de chegar à cidade para uma visita a parentes.


Duas enfermeiras que trataram Duncan e acabaram pegando o vírus foram curadas da doença nesta semana. Um cinegrafista, que havia contraído o vírus na Líbia, também recebeu alta após ser tratado em um hospital de Nebraska.


"É importante lembrar que das sete pessoas que vivem nos Estados Unidos tratadas até agora pelo ebola (as cinco que contraíram a doença no leste da África, mais as duas enfermeiras de Dallas), as sete sobreviveram. Agora estamos concentrados em assegurar que o paciente de Nova York está recebendo o melhor atendimento", concluiu Obama. EFE



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Mais 9 jihadistas e 4 curdos são mortos em confrontos na cidade de Kobani

Mais 9 jihadistas e 4 curdos são mortos em confrontos na cidade de Kobani

Cairo, 25 out (EFE).- Pelo menos nove combatentes do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) e quatro membros da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG, na sigla em língua curda) morreram neste sábado em combates na cidade de Kobani, no norte da Síria.


O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que os confrontos se desencadearam em várias partes do bairro de Kani Arban, na cidade curdo-síria.


Kobani está há mais de um mês cercada por tropas do EI, a exceção do acesso pelo norte, que faz fronteira com a Turquia, país destino de dezenas de milhares refugiados.


À espera da chegada dos reforços dos peshmergas, membros do exército do Curdistão iraquiano, cuja a passagem pelo território turco foi autorizada pelo governo do país, a YPG está conseguindo que Kobani resista à investida do EI.


O apoio dos bombardeios da coalizão internacional, as novas armas e munições lançadas recentemente por aviões dos Estados Unidos foram fundamentais para conter a ofensiva do EI, que se iniciou em 16 de setembro.


Por outro lado, o Observatório afirmou hoje que pelo menos 15 membros das forças do regime sírio e grupos leais morreram em confrontos com combatentes das brigadas islamitas na cidade de Handarat, em Aleppo. O conflito resultou também em 12 baixas no lado dos radicais. EFE



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Egito reforça segurança no Sinai após atentado que deixou 31 soldados mortos

Egito reforça segurança no Sinai após atentado que deixou 31 soldados mortos

Cairo, 25 out (EFE).- O exército do Egito intensificou neste sábado as medidas de segurança no norte da Península do Sinai após o ataque contra um posto de controle militar que causou ontem a morte de pelo menos 31 soldados.


Fontes de segurança disseram à Agência Efe que nas últimas horas o número de mortos, inicialmente em 26, aumentou para 31, enquanto outros 26 militares ficaram feridos.


Para reforçar a presença na região, o exército ampliou o número de postos de controle, mandou reforços e enviou também mais equipamentos e tanques, disseram à Efe fontes na cidade de Al Arish, capital da província do Norte do Sinai. Além disso, está mantido o estado de alerta para evitar novos atentados.


Ontem, um carro-bomba conduzido por um suposto suicida explodiu contra um posto do exército na região de Qaram Al Qawadis, a 25 quilômetros ao leste de Al Arish, causando a morte de 26 soldados.


Na sequência, um enfrentamento entre homens armados e unidades de resgate do exército egípcio acabaram deixando outros cinco militares mortos.


O presidente do Egito, Abdul Fatah al Sisi, deve organizar hoje uma reunião com o Conselho Supremo das Forças Armadas para "tomar medidas urgentes no local e em todas as zonas fronteiriças do país", segundo a agência estatal de notícias "Mena".


Al Sisi decretou ontem à noite estado de emergência em várias partes do Norte do Sinai e impôs toque de recolher entre as 17h locais (13h em Brasília) até às 7h (3h em Brasília).


As medidas excepcionais serão mantidas durante três meses e, durante esse tempo, as forças egípcias estão liberadas para tomar atitudes que considerem necessárias para enfrentar o terrorismo e garantir a segurança da região, protegendo a vida e as propriedades das pessoas.


Por causa da gravidade desse ataque, o mais sangrento dos últimos anos no Sinai, o Egito decidiu fechar a partir de hoje a passagem de Rafah, que liga o país a Israel. EFE



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Primeiro-ministro da Ucrânia pede comparecimento em massa nas eleições

Primeiro-ministro da Ucrânia pede comparecimento em massa nas eleições

Kiev, 25 out (EFE).- O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, pediu neste sábado que a população compareça em massa nas eleições legislativas de amanhã, boicotadas pelos grupos separatistas, para defender a independência do país frente à ameaça russa.


"O voto de cada um de vocês é muito importante. Todos devem comparecer para votar. O preço dessas eleições é alto demais para se ficar em casa. Glória à Ucrânia!", assinalou Yatseniuk em uma postagem nas redes sociais.


O primeiro-ministro afirmou que desde as últimas eleições parlamentares, organizadas em 2012 pelo regime do ex-presidente Viktor Yanukovich, o povo ucraniano amadureceu muito e já não acredita em promessas vazias.


"Devemos receber uma autêntica expressão da vontade popular. O que realmente quer o povo? Uma miséria quase colonial ou a independência do país e a prosperidade? A capitulação perante o império (russo) ou o Estado ucraniano?", questionou.


O chefe do governo e líder da Frente Popular disse que o direito de voto livre custou à Ucrânia "muitas vítimas". Ele garantiu que as autoridades darão segurança aos eleitores e a manterão a lisura do pleito.


"Inclusive quando há uma agressão militar contra a Ucrânia, quando vários se dedicam à desestabilização do país, organizaremos eleições limpas, da mesma forma do que ocorreu com as presidenciais", destacou.


Yatseniuk, que lidera o governo desde fevereiro, afirmou que as eleições de domingo "serão as primeiras que vão garantir um invariável rumo de união com a Europa" e prometeu que a nova Rada Suprema "será um parlamento que servirá ao povo".


"Elegeremos um parlamento no qual os deputados devem se lembrar que, se não corresponderem às expectativas, se roubarem ou enganarem o povo se livrará deles da mesma forma que fez com o antigo regime", alertou.


Ele também previu que após as eleições será formada uma coalizão majoritária no parlamento. Um novo governo será encarregado de introduzir reformas, além de garantir luz e a calefação durante o inverno que se aproxima do país.


Quase 37 milhões de ucranianos devem comparecer às urnas nas eleições do domingo, que os separatistas pró-Rússia anteciparam boicote nas regiões sob seu controle: Donetsk e Lugansk.


No entanto, a Comissão Eleitoral Central garantiu que, graças à presença do exército e da guarda nacional, estará garantido o direito a voto em pelo menos 20 zonas eleitorais nessas duas regiões.


O governo russo disse nesta semana que reconhecerá os resultados das eleições legislativas na Ucrânia, mas também defendeu a realização do pleito nos territórios separatistas no próximo dia 2 de novembro, atitude condenada pelo Ocidente. EFE



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Cidadãos sul-coreanos impedem ativistas de enviarem balões à Coreia do Norte

Cidadãos sul-coreanos impedem ativistas de enviarem balões à Coreia do Norte

Seul, 25 out (EFE).- Centenas de cidadãos sul-coreanos impediram neste sábado que um grupo de ativistas enviasse a Coreia do Norte balões com propaganda contra o regime de Kim Jong-un a partir da fronteira entre os países, uma campanha que acreditam colocar em perigo os moradores da região.


Cerca de 200 pessoas que vivem no município de Paju, na fronteira intercoreana, e membros de grupos liberais bloquearam, com cadeias humanas e tratores, o acesso ao parque de Imjingak, de onde 40 ativistas conservadores tinham planejado lançar os balões que deviam transportar 40 mil panfletos.


O grupo de oposição conseguir reter parte do material e destruí-lo sem ter havido choques violentos, informou a agência sul-coreana Yonhap.


O grupo de residentes tinha pedido esta semana que os conservadores parassem com esta campanha depois de no último dia 10 o exército norte-coreano disparasse os globos, o que acabou provocando uma troca de tiros com as tropas sul-coreanas.


Choi Woo-won, o líder do grupo conservador, afirmou após o bloqueio, em declarações recolhidas pela "Yonhap", que sua organização continuará enviando propaganda "até que todo o território norte-coreano esteja coberto de panfletos".


"O prejuízo é muito grande. Além disso não podemos trabalhar quando o exército tem que combater uma situação de emergência como a que este lançamento de panfletos provoca. Se tentam enviar mais, o impediremos", explicou um granjeiro de 81 anos de sobrenome Choi que levou seu trator para o parque.


Os empresários que administram empresas do outro lado da fronteira, no parque industrial intercoreano de Kaesong, também criticaram o envio de balões por considerar que prejudica os próprios sul-coreanos, e pediram ao governo de Seul que impeça estas campanhas.


A Coreia do Norte exigiu nos últimos dias do Sul, com insistentes ameaças, que detenha o envio de balões.


Hoje mesmo, o jornal "Rodong", principal alto-falante do regime, disse em um editorial que se o envio de panfletos previsto para hoje haveria "consequências muito severas".


Os balões enviados habitualmente por ONG sul-coreanas ao país vizinho costumam incluir diversos artigos, desde informação sobre o mundo exterior e propaganda política e religiosa até chocolates e notas de US$ 1, e buscam combater o isolamento que o regime impõe aos cidadãos. EFE



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Relógios serão atrasados em uma hora a partir de domingo na União Europeia

Relógios serão atrasados em uma hora a partir de domingo na União Europeia

Bruxelas, 25 out (EFE).- Os cidadãos da União Europeia (UE) passarão ao horário de inverno na madrugada deste domingo, 26, como em todos os últimos domingos de outubro, como estabelecido em uma diretriz comunitária de 2001.


Com a mudança do domingo, três Estados-membros (Reino Unido, Irlanda e Portugal) retornarão ao horário GMT (-2h em relação a Brasília).


Espanha, Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Hungria, Itália, Luxemburgo, Malta, Polônia, Croácia, Eslováquia, Eslovênia, Suécia e Holanda deixarão seus relógios no GMT+1.


Bulgária, Chipre, Estônia, Finlândia, Grécia, Letônia, Lituânia e Romênia ficarão em GMT+2.


A modificação de horário acontece duas vezes ao ano na Europa desde 1981 para poupar energia. A finalidade é adequar as horas de luz natural à atividade cotidiana e tem sua origem na primeira crise do petróleo.


Em 1974, alguns países decidiram antecipar seus relógios durante o verão para diminuir sua dependência elétrica, com o consequente reequilíbrio no horário no inverno.


A ideia do aproveitamento da luz natural foi sugerida pela primeira vez no século XVIII pelo cientista e diplomata americano Benjamin Franklin. A proposta buscava então reduzir o consumo de velas. EFE



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Ebola causa preocupação e medo entre nova-iorquinos

Ebola causa preocupação e medo entre nova-iorquinos

Nova York, 25 out (EFE).- A confirmação do primeiro caso de ebola em Nova York gerou grande preocupação na 'Big Apple', onde os cidadãos se dividiram entre o medo do vírus e a raiva das autoridades por saberem que o médico infectado voltou a rotina habitual após retornar da África.


"Acho que não deveriam tê-lo deixado vir, a princípio. Se há uma quarentena de 21 dias, deveriam mantê-lo lá e depois deixá-lo voltar", explicou à Agência Efe Jeanette Curet, paciente que visitou nesta sexta-feira o hospital Bellevue, onde Craig Spencer, a primeira pessoa diagnosticada com a doença em Nova York, está internado.


Para Marlene Aguilar, que trabalha na região, é um erro permitir que pessoas que estiveram em países africanos afetados pela doença viajassem sem restrições aos Estados Unidos.


"Não sei por que têm que vir. Estas pessoas deveriam ser impedidas de viajar porque vão contagiar outras", declarou.


Esse sentimento coincide com a raiva expressada através das redes sociais por grande parte dos nova-iorquinos, que questionam sobretudo o fato de o médico infectado ter usado o transporte público e ido a um restaurante antes de se sentir mal.


Alguns especialistas também criticaram que não haja uma devida atenção para os profissionais de saúde que voltam aos Estados Unidos após cuidar de pessoas com ebola na África, como o caso de Spencer.


O diretor de ética do centro médico Langone, da Universidade de Nova York, Art Caplan, afirmou nesta sexta-feira ao jornal local "Daily News" que as autoridades deveriam oferecer alojamentos especiais em casos como esse, pelo menos para tranquilizar a população.


Da mesma forma que o "Daily News", outro grande tablóide nova-iorquino, o "New York Post", dedicou sua capa ao caso da doença, com uma imagem de dois agentes com máscaras protetoras e um cartaz escrito:"Ebola Here!" ("Ebola Aqui!", em tradução livre).


Por outro lado, especialistas e autoridades insistem que os riscos da doença se espalhar na cidade sejam pequenos.


"É uma doença que assusta, não há dúvida, mas as probabilidades de que alguém a contraia são mais remotas", disse o diretor do Centro Nacional de Prevenção de Desastres da Universidade de Colúmbia, Irwin Redlener.


Em declaração a jornalistas feita na porta do hospital Bellevue, Redlener defendeu que os americanos não têm motivos para deixar de voltar à rotina e advertiu que é necessário que as pessoas como Spencer sigam viajando para a África, a fim de combater a doença.


"Não resolveremos o ebola nos Estados Unidos sem resolvê-lo na África Ocidental", ressaltou.


Devido à situação, as autoridades locais iniciaram um grande dispositivo de comunicação para tentar passar confiança ao público.


Em menos de 24 horas passadas desde que se confirmou o primeiro caso, o prefeito Bill de Blasio concedeu duas entrevistas coletivas para deixar claro que não há motivos para alerta.


Muitos cidadãos, no entanto, não esconderam seu medo quando perguntados sobre a doença nas imediações do hospital Bellevue, que amanheceu cercado pela imprensa.


"Tenho medo porque trabalho nesta área. Inclusive, na quarta-feira, tive uma reunião aqui no hospital", explicou à Efe Aguilar, que não espera voltar ao centro médico nos próximos dias.


"Espero que não aconteça nada, porque isso dá muito medo. Dizem que não temos que nos preocupar, mas não há como evitar", insistiu.


Marta Banegas, que acompanhava sua filha em uma consulta, reconhece que as pessoas em sua casa estão aflitas e disse que pretende se prevenir contra a doença.


Outros, enquanto isso, mostravam muito mais confiança na gestão do vírus, como o caso de Epifanio Carmona, nova-iorquino de origem porto-riquenho.


"Não tenho medo nem preocupação, porque temos a melhor equipe no Bellevue. Eu vivo na vizinhança, mas não tenho preocupação porque eles sabem mais ou menos o que tem que fazer e como tratar o ebola", concluiu. EFE



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EFE BRASIL - 25 OUT 2014

EFE BRASIL - 25 OUT 2014

A Agência Efe enviará nos próximos instantes a seguinte crônica:.


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EBOLA EUA - Nova York - A confirmação do primeiro caso de ebola em Nova York gerou grande preocupação na 'Big Apple', onde os cidadãos se dividiram entre o medo do vírus e a raiva das autoridades por saberem que o médico infectado voltou a rotina habitual após retornar da África. EFE



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Pesquisa mostra que 84% dos franceses não quer Hollande candidato à reeleição

Pesquisa mostra que 84% dos franceses não quer Hollande candidato à reeleição

Paris, 25 out (EFE).- Um pesquisa divulgada neste sábado indicou que 84% dos franceses não quer que o presidente François Hollande seja candidato à reeleição em 2017 e só 4% acreditam que ele seria o melhor candidato de seu partido, o Socialista.


Na pesquisa do instituto Odoxa, divulgada por "iTélé" e "Le Parisien", Hollande aparece como o presidente em exercício mais mal avaliado para um segundo mandato.


Seu antecessor, o conservador Nicolas Sarkozy, em seu pior momento de popularidade tinha a rejeição de 63% dos franceses para voltar a concorrer nas presidenciais.


A rejeição a Hollande - que está prestes a completar a metade de seu mandato - é generalizada em todas as famílias políticas e por 71% das pessoas que se declaram simpatizantes da esquerda não gostam da ideia de que ele volte a concorrer. Entre os eleitores do Partido Socialista (PS), a oposição é de 65%.


Segundo os dados desta pesquisa, se as primárias no PS fossem hoje, Hollande seria o escolhido somente por 7% dos simpatizantes do partido, muito longe dos 47% que preferem a prefeita de Lille, a ex-ministra Martine Aubry, e dos 36% que escolheriam o primeiro-ministro, Manuel Valls.


Se a pergunta sobre o melhor candidato socialista for feita a todos os entrevistados independente da preferência política, o candidato socialista preferido seria Valls (47%), amplamente na frente de Aubry (28%), do turbulento ex-ministro Arnaud Montebourg (17%) e de Hollande.


O chefe do Estado, eleito no segundo turno em maio de 2012 ao derrotar Sarkozy, se mantém há muitos meses em todas as pesquisas como o mais impopular da FRança. EFE



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