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Hacker vaza na internet planos de reatores nucleares da Coreia do Sul

Hacker vaza na internet planos de reatores nucleares da Coreia do Sul

Seul, 21 dez (EFE).- Um hacker que roubou planos e outros dados de reatores de usinas nucleares da Coreia do Sul está divulgando essa informação na internet e ameaçando com mais vazamentos se tais unidades não forem fechadas, informou neste domingo a empresa que opera as instalações.


O hacker publicou em uma conta da rede social Twitter chamada "Presidente do grupo antinuclear" desenhos e manuais dos reatores 2 e 1, respectivamente, das centrais de Gori e Wolsong (ambas no sudeste do país) roubados da empresa Korea Hydro & Nuclear Power (KHNP).


A informação inclui dados sobre os sistemas de ar condicionado e refrigeração destes dois reatores.


É o quarto vazamento deste tipo desde o dia 15 de dezembro, segundo explicaram hoje representantes da KHNP citados pela agência "Yonhap", que insistiram em que a informação não está relacionada com a tecnologia principal dos reatores e não representa uma ameaça para a segurança das centrais.


No primeiro vazamento, realizado no dia 15, o pirata da internet tornou públicos dados pessoais de cerca de 10 mil trabalhadores da empresa.


Em seguida solicitou o fechamento durante três meses a partir do Natal das unidades de fissão 1 e 3 de Gori e da 3 de Wolsong, e advertiu que "os que vivem perto dos reatores deveriam se manter afastados nos próximos meses".


"Se eu não vir os reatores fechados até o Natal não terei outra opção a não ser publicar todos os dados (roubados) e realizar uma segunda rodada de destruição", acrescentou hoje o pirata no Twitter.


"Posso revelar ao mundo cem mil páginas com dados. Vocês dizem que isto não é material confidencial. Veremos se assumem sua responsabilidade se a informação de planos originais, sistemas e programas forem revelados a países que os querem", concluiu.


A KHNP opera os 23 reatores nucleares comerciais da Coreia do Sul, que fornecem 30% da eletricidade que a quarta maior economia da Ásia consome. EFE



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Raúl Castro reúne-se em Havana com ministro da Saúde da Argélia

Raúl Castro reúne-se em Havana com ministro da Saúde da Argélia

Havana, 20 dez (EFE).- O presidente de Cuba, Raúl Castro, recebeu neste sábado o ministro da Saúde, População e Reforma Hospitalar da Argélia, Abdelmalek Boudiaf, que realiza uma visita oficial à ilha, informou a imprensa oficial do país.


Castro e Boudiaf, que viajou a Havana por ocasião da 19ª Comissão Intergovernamental de Cuba e Argélia, dialogaram sobre o "excelente estado das relações bilaterais, assim como as perspectivas para continuar estreitando-as e diversificando-as", segundo a estatal Agência de Informação Nacional (AIN).


O líder cubano e o ministro argelino trataram também dos resultados da reunião da comissão, que acertou ampliar a colaboração para setores como turismo, agricultura, tecnologia e produção de remédios, além da que já existe na área de saúde.


Segundo a AIN, Boudiaf entregou uma mensagem do presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, a Raúl Castro, "que agradeceu o gesto e lhe enviou afetuosas saudações". EFE



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Jovens pedem legalização da maconha em frente ao Congresso paraguaio

Jovens pedem legalização da maconha em frente ao Congresso paraguaio

Assunção, 20 dez (EFE).- Cerca de 50 jovens se reuniram neste sábado em frente ao Congresso em Assunção para pedir a legalização da maconha no Paraguai, país que é o principal produtor dessa droga para o mercado negro na América do Sul.


O grupo, que não está associado a nenhum partido político, convocou o protesto através das redes sociais.


Os participantes exibiam cartazes que diziam: "Nem viciado nem delinquente, consumidor consciente", "Plante seu metro quadrado, cultive seus direitos" e "As dependências é assunto de saúde pública, não de Polícia".


Os manifestantes, de entre 18 e 25 anos, defendem uma lei que "não criminalize o consumidor", segundo disse à Agência Efe Nico, de 19 anos, que não quis dar seu nome completo "por medo da repressão policial".


Enquanto nos países da América foi se legalizando o consumo de cannabis, como no Uruguai onde este mês a legislação completou um ano, no Paraguai portar mais de dez gramas dessa substância leva à pena de prisão.


Nico considerou paradoxal que no Paraguai seu uso "seja um tabu", quando no país se escondem plantações de maconha que produzem até 30 mil toneladas por ano, segundo as autoridades antinarcóticos.


O jovem disse que se a maconha fosse legalizada "o dinheiro poderia ser investido em saúde e educação em vez de ir parar nas mãos de traficantes, e o pequeno tráfico seria reduzido em muito".


"A maconha serve para a medicina, há uma tecnologia e uma indústria por trás que poderia ser muito rentável para o país", comentou.


Nico considerou que a lei sobre drogas no Paraguai "é muito severa" e criticou que alguém que porte 11 gramas de maconha termine na prisão com antecedentes, fato que, além disso, "impede depois que se encontrar trabalho facilmente ou que se entre para a Universidade Nacional".


Cerca de 80% da maconha produzida de forma ilegal no Paraguai é enviada para o Brasil através de estrada e pequenos aviões, o resto se destina a outros países como Argentina, Uruguai e Chile, segundo a Secretaria Antidrogas (Senad) do país.


A Senad alertou também que o Paraguai se transformou em uma rota de transformação da coca boliviana em cocaína para venda no Brasil e outros países, com a implantação de laboratórios clandestinos em seu território. EFE


sct-msd/ma



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Dois policiais morrem baleados em Nova York

Dois policiais morrem baleados em Nova York

(Atualiza com morte de segundo agente e mais detalhes)


Nova York, 20 dez (EFE).- Dois agentes do Departamento de Polícia de Nova York morreram neste sábado após serem baleados quando estavam no interior de seu veículo de patrulha no distrito do Brooklyn.


O suposto agressor também morreu pouco depois, após fugir da cena e aparentemente se suicidar em uma estação de metrô próxima quando era perseguido pela Polícia.


Segundo as primeiras informações, o homem se aproximou do veículo da Polícia no cruzamento das avenidas Myrtle e Tompkins e abriu fogo, atingindo os dois policiais, que foram levados rapidamente para o hospital Woodhull, onde morreram.


"É uma execução", disse uma fonte da Polícia ao jornal "The New York Post", que divulgou duas fotografias publicadas nas redes sociais pelo suposto agressor horas antes do massacre.


Em uma delas pode se ver uma pistola e na outra uma calça e um tênis similares aos que se veem nas imagens do agressor sendo atendido pelos serviços de emergência após o tiroteio.


Nas mensagens que acompanham essas fotografias o suspeito fala de sua intenção de vingar a morte de Eric Garner, o homem negro que morreu em julho passado depois que um policial o imobilizou com um golpe ilegal.


As mortes dos agentes são as primeiras de um policial em serviço por causa de tiros em Nova York desde 2011. EFE



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Homem abre fogo contra policiais em Nova York, mata um e deixa outro ferido

Homem abre fogo contra policiais em Nova York, mata um e deixa outro ferido

Nova York, 20 dez (EFE).- Um agente do Departamento de Polícia de Nova York morreu neste sábado e outro está em estado crítico depois que ambos foram baleados quando estavam dentro do carro de patrulha no distrito do Brooklyn.


Segundo as primeiras informações, um homem se aproximou do veículo na intersecção e abriu fogo, atingindo os dois policiais, que foram transferidos rapidamente a um hospital.


Já no centro médico, um deles faleceu, de acordo com o "The New York Times", enquanto o outro se encontra em estado crítico.


O suspeito, segundo o "New York Post" e o "Daily News", fugiu e entrou em uma estação de metrô próxima, onde morreu após ser atingido por disparos de policiais.


Enquanto isso, e faltando a confirmação oficial, outros meios de comunicação indicam que a situação do suposto autor dos disparos não está clara e que ele ainda poderia estar vivo.


Fontes policiais disseram aos meios de comunicação que o homem aparentemente disparou na plataforma da estação, embora o "Daily News" cite uma testemunha que assegura que a polícia abriu fogo contra ele.


A morte do agente é a primeira por disparos de um policial em serviço em Nova York desde 2011. EFE



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Presidente do Panamá ordena investigaçã "profunda" sobre invasão dos EUA

Presidente do Panamá ordena investigaçã "profunda" sobre invasão dos EUA

Panamá, 20 dez (EFE).- O presidente panamenho, Juan Carlos Varela, o primeiro a honrar oficialmente os mortos na invasão americana de 1989, anunciou neste sábado que sua vice-presidente, Isabel De Saint Mau, dirigirá uma comissão que fará uma "profunda" investigação da ação militar e das exigências pendentes.


Além do vice-presidente e chanceler, a comissão será formada por "familiares das vítimas da invasão, Igreja Católica e outros setores da sociedade nacional", detalhou o governante no cemitério Jardim de Paz, onde prestou homenagem aos que morreram há 25 anos, durante a "Operação Causa Justa", como chamaram os americanos.


Parentes dos mortos na invasão ao Panamá de 20 de dezembro de 1989 pediram a Varela que esta data seja declarada luto nacional, que processe os Estados Unidos pelos danos ocasionados e para que peça perdão, a criação de um museu de história e o esclarecimento de quantos panamenhos morreram e permanecem desaparecidos por essa causa.


Varela disse a jornalistas, depois da homenagem, que comunicou à presidente da Associação de Parentes e Amigos dos Caídos na Invasão do 20 de dezembro de 1989, a major retirada Trinidad Ayola, que "todos seus pedidos serão amparados por esta comissão".


O governante manifestou que "é possível" declarar dia de luto nacional em 20 de dezembro.


"É um pedido que será analisado pela comissão que criamos, da mesma forma que as outras reivindicações que fizeram estas pessoas", explicou Varela.


Igualmente, Varela esclareceu que serão abordados todos os temas necessários que permitam curar as feridas e que o "Panamá possa avançar, as crianças crescerem unidas e sem divisões no povo por temas políticos".


"É uma maneira do Estado de contribuir com todas nossas forças a fechar essas feridas que ainda estão vivas em muitos panamenhos para poder assim, avançar unidos como país", precisou o líder, que raciocinou que uma das formas de honrar a memória desses panamenhos é através da consolidação da democracia e da separação dos poderes.


Os atos foram iniciados com uma oferenda floral e homenagem no memorial aos mortos no Jardim de Paz, um dos principais campos-santos da capital panamenha.


Os familiares das vítimas foram ao cemitério para prestar homenagem aos mortos levando cartazes nos quais pediam que a data de comemoração seja declarada dia de luto nacional.


Até agora, oficialmente no Panamá não há um número de mortos e desaparecidos na intervenção militar.


Na invasão americana, denominada "Causa Justa", cerca de 26 mil soldados chegaram ao Panamá para desmantelar o Exército panamenho e capturar o general Manuel Antonio Noriega, que se entregou 13 dias depois e foi condenado nos EUA a 40 anos de prisão por narcotráfico,.


Noriega foi o último general que deste país durante o regime militar instalado em 1968 por um golpe de Estado liderado pelo general Omar Torrijos, falecido em 1981.


Noriega está preso há três anos no Panamá por penas que somam seis décadas por violações aos direitos humanos e assassinato, após ser repatriado de uma cela na França, onde ficou preso por quase dois anos por lavagem de dinheiro. EFE


lbb/ff



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Exilados cubanos classificam de "infâmia" concessões de Obama a Raúl Castro

Exilados cubanos classificam de "infâmia" concessões de Obama a Raúl Castro

Miami (EUA.), 20 dez (EFE).- Diversas organizações do exílio cubano em Miami se concentraram neste sábado, no centro urbano da cidade, para expressar rejeição às "infames concessões" feitas pelo presidente dos EUA, Barack Obama, ao regime "tirânico de Raúl Castro".


O protesto do exílio, que discorreu pacificamente pelo Parque de José Martí, concentrou seus principais ataques contra a "traição", "claudicação" e "nefastas medidas" de Obama.


"Sentimos muito dor. O presidente Obama pensa que com suas medidas vai ajudar o povo de Cuba e não é assim. Isto ajuda o governo de Cuba a fortalecer e equipar sua maquinaria repressiva contra o povo cubano e a sociedade civil", disse à Agência Efe Berta Soler, líder das Damas de Branco, que se somou pela primeira vez a um protesto do exílio em Miami.


A dissidente ressaltou o fato de que os cubanos de dentro e fora da ilha constituem "um só povo" unido pela "dor" perante o imediato restabelecimento das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba.


A concentração ocorre três dias depois que Obama anunciou o degelo e a normalização das relações entre ambas as nações, uma medida que gerou uma profunda divisão entre os que se sentem vítimas de uma "traição" e os que veem esta mudança como algo "positivo" e necessário.


Foi possível ouvir gritos como "Obama, covarde, traidor!","Abaixo a ditadura castrista!", e, sobretudo, o clamor de "¡Liberdade!" e "Viva Cuba livre!".


Para o expresso político Orestes Cervantes, que permaneceu 22 anos preso na ilha caribenha, Obama "traiu" os cubanos e "riu dos mortos cubanos e das Damas de Branco".


Junto a ele, sua mulher, Dalia, assentia com a cabeça. "Esperamos que os congressistas americanos consigam parar as medidas de Obama", comentou à Efe visivelmente emocionada. "Não esperávamos isto de Obama", murmurou.


De acordo com Sylvia Iriondo, presidente do MAR por Cuba, a rejeição de sua organização ao acordo se fundamenta no fato de que o "regime cubano, como em matéria de liberdade e os direitos humanos, não fez nada".


Trata-se, afirmou Iriondo, de uma série de "concessões unilaterais" que supõem uma "afronta à justiça, ao país, às vítimas do castrismo e, sobretudo, às aspirações democráticas do povo cubano". EFE


emi/ff



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Choques entre manifestantes e polícia em N.York acabam com várias detenções

Choques entre manifestantes e polícia em N.York acabam com várias detenções

Nova York, 20 dez (EFE).- Várias pessoas foram detidas nas últimas horas em Nova York em relação com os choques que ocorreram no fim de semana passado entre alguns participantes de uma manifestação contra a violência policial e um grupo de agentes, informou neste sábado a imprensa local.


Zachary Campbell, de 32 anos, se entregou na manhã de sábado às autoridades, que o buscavam como uma das pessoas que supostamente agrediu dois policiais na ponte de Brooklyn, após a grande manifestação que percorreu as ruas da'Big Apple'.


Campbell é acusado de vandalismo, resistência à prisão e obstrução do trabalho das autoridades, segundo o jornal "Daily News".


O suspeito se entregou depois que sua ex-mulher, que foi detida na sexta-feira, confirmou que ele que tinha participado do protesto, assegura o jornal.


A mulher, identificada como María García, de origem equatoriana e 36 anos, foi detida pela polícia com base em imagens capturadas durante os incidentes.


Em sua aparição hoje perante o juiz, García negou ser a pessoa fotografada e disse não ter participado dos fatos, antes de ficar livre sob pagamento de fiança de mil dólares.


Uma terceira pessoa, identificada como Rob Murray, foi detido na quinta-feira, após a prisão de Eric Linsker, de 29 anos.


Os investigadores estão ainda buscando pelo menos outros quatro suspeitos de ter participado dos ataques contra os agentes e ofereceram recompensas de milhares de dólares a qualquer pessoa que facilite as detenções.


Segundo o relato das autoridades, os incidentes na ponte de Brooklyn se produziram quando várias pessoas supostamente atacaram dois policiais que tentavam prender um homem por lançar objetos contra as forças da ordem.


Os dois agentes foram tratados por várias ferimentos em um hospital da zona.


A manifestação ocorrida após os incidentes reuniu dezenas de milhares de pessoas em Nova York para protestar por vários casos recentes de violência policial contra membros da comunidade afro-americana. EFE



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Cuba não renunciará a socialismo apesar de aproximação com EUA, diz Raúl Castro

Cuba não renunciará a socialismo apesar de aproximação com EUA, diz Raúl Castro



Apesar da retomada das relações diplomáticas com os Estados Unidos, Cuba não renunciará ao socialismo, disse hoje (20) o presidente Raúl Castro. Em discurso na Assembleia Nacional cubana, ele disse que o país não está disposto a mudar o sistema político.


“Da mesma forma que nunca propusemos aos Estados Unidos para que mudem seu sistema político, exigimos respeito em relação ao nosso”, discursou Castro. Ele, no entanto, disse que o país está disposto a discutir, com “igualdade e reciprocidade”, todos os assuntos com o governo norte-americano.


O presidente cubano pediu o apoio da comunidade internacional e da sociedade norte-americana para encerrar o embargo econômico que perdura há mais de 50 anos. Segundo ele, a decisão de restabelecer relações diplomáticas com os Estados Unidos foi um passo importante, mas que a luta para acabar com o bloqueio, apesar de essencial, será longa e difícil.


Raúl Castro anunciou hoje que o novo congresso do Partido Comunista de Cuba (PCC), única formação política do país, será em abril de 2016. Segundo ele, antes do encontro, haverá um amplo e democrático debate com os militantes comunistas e com o povo cubano sobre a situação do plano de atualização econômica do país.


O último congresso do PCC foi em abril de 2011, quando Raúl Castro foi escolhido primeiro-secretário da organização, em substituição ao seu irmão Fidel, fora do poder desde 2006. Na ocasião, o partido aprovou o plano para a atualização do modelo econômico do país.


No mesmo discurso, Raúl Castro anunciou também que irá  à próxima Reunião de Cúpula das Américas, em abril no Panamá. “Confirmo que comparecerei, para expressar as nossas posições com sinceridade e respeito para com todos os chefes de Estado e de Governo”, declarou.


O discurso de Raúl Castro, no encerramento da sessão semestral da Assembleia Nacional, ocorreu um dia depois de o órgão ter ratificado, por unanimidade, o acordo desta semana entre Cuba e os Estados Unidos. Os dois países restabeleceram relações diplomáticas após mais de 50 anos de rompimento.






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Equador será sede da cúpula Habitat III em 2016, segundo chanceler

Equador será sede da cúpula Habitat III em 2016, segundo chanceler

Quito, 20 dez (EFE).- A Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) decidiu que o Equador será, em outubro de 2016, sede da cúpula Habitat III, informou neste sábado o ministro das Relações Exteriores do país andino, Ricardo Patiño.


"Já é definitivo, ontem a Assembleia Geral da ONU decidiu que o Equador será sede de Cúpula HABITAT III em Outubro de 2016. Ela é realizada a cada 20 anos", escreveu hoje Patiño em sua conta no Twitter.


De seu lado, o Ministério de Desenvolvimento Urbano e Habitação assinalou em comunicado que trata-se de uma "oportunidade única" para revelar ao mundo as políticas do Equador em temas de urbanismo integral vinculando também a inclusão social, entre outros aspectos.


O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) foi estabelecido em 1976, como resultado da Conferência das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos (Habitat I), realizada em Vancouver (Canadá).


Com sede em Nairóbi (Quênia), a organização é encarregada de coordenar e harmonizar atividades em assentamentos humanos dentro do sistema das Nações Unidas.


A ONU-Habitat organizou a segunda Conferência das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (Habitat II), em Istambul (Turquia), em junho de 1996.


Como resultado da Conferência, também conhecida como "Cúpula das Cidades", foi apresentada a Agenda Habitat, um documento aprovado pelos Estados-membros no qual se comprometem a promover habitação adequada, assentamentos humanos sustentáveis, participação da cidadania, igualdade de gênero, entre outros aspectos, segundo a portal da ONU.


A ONU-Habitat desenvolve programas que buscam elevar a qualidade de vida de pessoas que vivem em cidades. EFE



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Israel faz primeiro ataque a Gaza desde cessar-fogo em agosto

fonte: EFE Israel faz primeiro ataque a Gaza desde cessar-fogo em agosto Israel faz primeiro ataque a Gaza desde cessar-fogo em agosto

O exército israelense lançou hoje (20) um ataque ao Sul da Faixa de Gaza, o primeiro desde a guerra de julho e agosto, informaram fontes oficiais. O ataque ocorreu em retaliação ao disparo de um foguete do território palestino.


Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, o ataque israelense não deixou feridos. Em comunicado, o porta-voz do exército israelense, Peter Lerner, destacou que o ataque visava a destruir construções do Hamas. O movimento islâmico tem demonstrado relutância em deixar o poder em Gaza nas mãos do governo palestino de união, nascido da reconciliação com o Fatah, do presidente Mahmoud Abbas.


Depois do ataque, o dirigente do Hamas, Ismail Haniyeh, antigo primeiro-ministro do movimento islâmico em Gaza, denunciou a investida aérea. Ele classificou o incidente de violação perigosa do acordo de cessar-fogo, assinado em 26 de agosto entre israelenses e palestinos no Cairo, Egito.


O dirigente do Hamas apelou ao Egito para intervir com urgência para que Israel respeite o acordo, que pôs fim a uma guerra de 50 dias que deixou 2,2 mil mortos do lado palestino, a maioria civis, e 73 israelenses, quase todos militares.


Na sexta-feira (19), um disparo de um foguete proveniente de Gaza atingiu um terreno descampado no Sul de Israel, mas sem causar vítimas ou danos materiais, de acordo com a polícia israelense. Esse foi o terceiro disparo vindo do território palestino desde o fim dos combates, em agosto.




 



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EUA mantêm acusação contra Coreia do Norte por ciberataque à Sony

EUA mantêm acusação contra Coreia do Norte por ciberataque à Sony

Washington, 20 dez (EFE).- O governo dos Estados Unidos manteve neste sábado a acusação contra a Coreia do Norte pelo ciberataque perpetrado contra Sony e pediu ao Executivo norte-coreano que compense à companhia pelos danos causados.


Os Estados Unidos sustentaram sua posição depois que o governo norte-coreano negou as acusações de estar por trás do ciberataque e propôs ao país investigá-lo de maneira conjunta ou do contrário, ameaçou com "grandes consequências".


"Se o governo da Coreia do Norte quer ajudar, têm que admitir sua culpabilidade e compensar a Sony pelos danos que este ataque causou", indicou em declarações à Agência Efe, Mark Stroh, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.


Stroh indicou que "como deixou claro o FBI, tem certeza que o governo da Coreia do Norte é responsável por este ataque destrutivo", no qual um grupo de hackers autodenominados "Guardians of Peace", roubaram dados de mais de três mil empregados da companhia, e-mails e cinco filmes.


Perante a rejeição do governo norte-coreano de estar por trás do ataque, o porta-voz americano assinalou que Pyongyang "tem um longo histórico de negar sua responsabilidade em ações destrutivas e provocativas".


Os ciberatacantes também ameaçaram tomar ações nos cinemas se fosse projetado o filme de "The Interview", uma comédia que narra uma trama fictícia da CIA para assassinar Kim Jong-un, que estava prevista para estrear em 25 de dezembro e finalmente foi retirada. EFE



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Santos espera cessar-fogo das Farc se torne "bilateral e definitivo"

Santos espera cessar-fogo das Farc se torne "bilateral e definitivo"

Bogotá, 20 dez (EFE).- O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, disse neste sábado que espera que o cessar-fogo unilateral e indefinido iniciado hoje pelas Farc se torne "bilateral e definitivo" para colocar um ponto final no conflito armado que o país vive há meio século.


"Hoje começou uma cessação de fogo por parte das Farc, unilateral e indefinida, que eu espero que se transforme em uma cessação bilateral e definitivo e ponhamos fim a uma guerra de 50 anos", disse o líder durante uma visita à Bahia Portete, no departamento da La Guajira, na fronteira norte com a Venezuela.


Ao término, na quarta-feira, em Havana, do último ciclo do ano das conversas de paz, as Farc disseram que este cessar-fogo e de hostilidades que se iniciou hoje "deve se transformar em armistício".


Além disso, o cessar-fogo foi condicionado ao fato das unidades não serem atacarem as Forças Armadas da Colômbia, algo que o governo rejeita porque considera que um cessar-fogo bilateral deve ser uma consequência do fim do conflito e não parte das negociações que já completam dois anos.


O chefe de Estado lembrou que os indígenas wayúu, que habitam na Camponesa e parte da Venezuela, o presentearam no começo de seu primeiro governo (2010-2014) "um bastão de palabrero", espécie de juiz desta etnia, que serviu para perseverar na busca da paz.


Santos explicou que, segundo os indígenas, esse bastão só foi entregue ao nobel de Literatura colombiano, Gabriel García Márquez, por ser "arquiteto da palavra" e a Santos, "para que com este bastão faça a paz".


Segundo o presidente, esse símbolo lhe serviu "para ter paciência e muita perseverança em um caminho que foi difícil, mas que começou a render frutos", como é o da paz. EFE



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Ministro da Defesa venezuelano vê "cenário perigoso" em sanções dos EUA

Ministro da Defesa venezuelano vê "cenário perigoso" em sanções dos EUA

Caracas, 20 dez (EFE).- O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, afirmou neste sábado que, por trás das sanções dos Estados Unidos a funcionários de seu país, acusados de violar direitos humanos, há um "cenário de perigo" ao fazer o mundo enxergar a Venezuela como um Estado "fugitivo" e "desrespeitoso".


"O cenário disto (as sanções) vai muito além e é perigoso porque são os passos que eles (EUA) dão para fazer o mundo ver que o Estado venezuelano é um Estado fracassado, um Estado fugitivo, desrespeitoso dos direitos humanos", afirmou em entrevista ao canal "Telesur".


O presidente dos EUA, Barack Obama, deu nesta semana o sinal verde à Lei para a Defesa dos Direitos Humanos e Sociedade Civil da Venezuela, uma legislação que inclui o congelamento de ativos e a proibição para emitir vistos a um grupo de funcionários venezuelanos.


Segundo os EUA, esses funcionários estão envolvidos com a violência e a repressão durante a onda de protestos contra o governo na Venezuela nos primeiros meses do ano, atos que deixaram mais de 40 mortos e centenas de feridos.


Para Padrino, esta decisão faz parte de uma "conspiração midiática de guerra psicológica" contra a Venezuela. Ele afirmou que "não é segredo para ninguém" que a decisão de Obama "reflete uma intenção deliberada do governo dos EUA e toda a sua rede imperial para atacar a Venezuela".


"Eu diria que esta medida poderia estar ligada a alguma tentativa de violentar a paz na Venezuela e de ir às ruas de maneira violenta para repetir o cenário deste ano", quando foram registradas dezenas de manifestações, algumas violentas, contra o governo venezuelano e terminaram com mortos e feridos.


Padrino garantiu que a Venezuela é um país "respeitoso" em relação aos direitos humanos e convidou os que observam a situação do país do exterior a fazer o mesmo em território venezuelano.


"Venham à Venezuela, andem pelas ruas e vejam a realidade de um país, sobretudo em relação aos direitos humanos", defendeu.


No mesmo dia que Obama autorizou as sanções contra funcionários venezuelanos, o presidente do país, Nicolás Maduro, repudiou as medidas através do Twitter e afirmou que o líder americano tinha dado "um passo em falso" contra a Venezuela.


Pouco depois, a aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), através de seu secretário-executivo em entrevista coletiva, Jesus Torrealba, respaldou as iniciativas que "qualquer parlamento" ou "qualquer país" tomem para punir "violadores de direitos humanos". EFE



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Maioria dos cubanos nos EUA discordam em retirar Cuba de lista terrorista

Maioria dos cubanos nos EUA discordam em retirar Cuba de lista terrorista

Miami (EUA.), 20 dez (EFE).- A maioria dos cubanos exilados nos Estados Unidos não concorda que o governo do presidente Barack Obama revise a inclusão de Cuba na lista de países que considera patrocinadores do terrorismo, segundo uma pesquisa divulgada neste sábado.


Um levantamento nacional publicado por "The Miami Herald" e "Tampa Bay Times" indica que 60% dos cubanos residentes nos EUA repudiam que o secretário de Estado, John Kerry, analise a possibilidade de retirar Cuba da lista de países que os Estados Unidos consideram patrocinadores do terrorismo.


A pesquisa, que entrevistou 400 cubanos residentes nos EUA, a metade deles na Flórida, mostra que cerca de 22% são a favor da revisão, após Obama anunciar nesta semana o restabelecimento das relações diplomáticas com o governo de Cuba, rompidos desde 1961.


O estudo da consultoria Bendixen & Amandi International indica que, em relação ao anúncio de Obama de normalizar as relações com Cuba, os cubanos no país estão bem divididos, com 48% em desacordo e 44% a favor.


Além disso, 50% dos entrevistados, contra 39%, são a favor do estabelecimento de um consulado na cidade de Miami, no condado de Miami-Dade, onde se concentram muitos dos cubanos que vivem nos EUA, e cujo prefeito, Tomás Regalado, já manifestou publicamente ser contra essa possibilidade.


Para Fernand Amandi, encarregado do estudo, além de dados concretos a pesquisa mostra a existência de dois tipos de exilados cubanos, um com forte engajamento político, que emigrou antes do êxodo do porto de Mariel, em 1980, e outro mais jovem, qualificado como um imigrante econômico.


"Uma é a comunidade de exilados mais velha, que durante anos dominou a discussão sobre Cuba. Outra é a geração mais nova, a comunidade cubano-americana do presente e o futuro", afirmou Amandi, em declarações ao "The Miami Herald".


A primeira manifestação contra a decisão do presidente Obama organizada pelo exílio cubano, e programada para este sábado em Miami, servirá para medir o impacto do anúncio sobre os exilados mais jovens.


A concentração ocorrerá a partir das 17h (horário de Brasília) no Jose Marti Park. A mobilização foi coordenada pela Assembleia da Resistência Cubana, integrada por 50 de grupos de dentro e fora da ilha, para expressar o repúdio às "concessões feitas pela administração de Obama ao regime totalitário do general Raúl Castro". EFE



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Hamas classifica de "intensificação perigosa" ataque de Israel sobre Gaza

Hamas classifica de "intensificação perigosa" ataque de Israel sobre Gaza

Jerusalém, 20 dez (EFE).- O movimento islamita Hamas qualificou neste sábado de "intensificação perigosa" o primeiro bombardeio do exército israelense sobre Gaza desde o verçao no hemisfério norte e solicitou à comunidade internacional que assuma sua responsabilidade após esta agressão.


Segundo a agência de notícias "Ma'an", o porta-voz do grupo islamita no enclave, Sami Abu Zuhri, advertiu Israel em comunicado dos perigos do ataque, o primeiro deste tipo desde que em 26 de agosto foi acordado um cessar-fogo que pôs fim à ofensiva militar israelense "Limite Protetor".


Por outro lado, a Frente Popular para a Libertação da Palestina, alertou ao espectro político palestino sobre a possibilidade de uma nova escalada da violência contra Gaza e assinalou que o bombardeio ocorre no marco da campanha para as próximas eleições israelenses, na qual os palestinos "sempre pagam".


Um avião de guerra israelense atacou ontem à noite um posto do braço armado do Hamas, as Brigadas de Azzedim Al Qassam, sem deixar feridos.


O exército israelense informou em um breve comunicado que o ataque respondeu à queda no sul do país de um projétil disparado desde Gaza que não causou danos e nem feridos, o terceiro deste tipo desde o fim da operação militar que terminou após 50 dias e causou a morte de mais de 2,1 mil pessoas, na grande maioria civis palestinos. EFE



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Salmond acha que Inglaterra deveria realizar o próprio referendo

Salmond acha que Inglaterra deveria realizar o próprio referendo

Londres, 20 dez (EFE).- O ex-ministro principal escocês Alex Salmond, autor do recente referendo de independência na Escócia, considera que a Inglaterra deveria realizar sua própria consulta popular para definir sua identidade.


"Vocês, na Inglaterra, precisam de um referendo. Não um referendo sobre a Europa, isso seria muito negativo", mas um que, como o da Escócia, proponha "uma sociedade diferente", declarou em entrevista ao jornal "The Times" publicada neste sábado.


Salmond afirmou que "o referendo sobre a União Europeia abordaria o medo, as preocupações e a teimosia". Segundo ele, os ingleses "precisam é de uma revolta como a dos camponeses (de 1381) para 'limpar os estábulos', uma revolução constitucional".


"Vamos nos livrar da Câmara dos Lordes e colocar um Senado do povo", propõe, como exemplo de assunto que poderia ser centralizado no debate.


Salmond, que se candidatará às eleições britânicas de maio de 2015 para conseguir uma cadeira na Câmara dos Comuns, lamenta que não haja na Inglaterra um nacionalismo "progressista" como o do Partido Nacionalista Escocês (SNP) e, por outro lado, que triunfe o antieuropeu e anti-imigração UKIP, que "olha para o passado".


As pesquisas apontam que o SNP, que ele liderava até novembro, quando foi substituído por Nicola Sturgeon, conseguirá muitas cadeiras no parlamento de Londres. Salmond acredita que, se isso ocorrer, será algo importante para formar o futuro governo britânico, sem que nenhum partido alcance a maioria absoluta.


Na entrevista ao "The Times", descartou formar uma coalizão com o Partido Trabalhista de Ed Miliband, optando, aparentemente, por apoiá-lo através de votos pontuais na Câmara dos Comuns.


"Acho que uma coalizão é improvável porque o SNP é o SNP. Não nos interessa formar uma coalizão em Londres", declarou.


Salmond, que renunciou após perder o referendo de independência com 45% dos votos favor e 55% contra, dos partidários à permanência no Reino Unido, confessa que até o último momento pensou que ganharia.


Ele diz que os partidos britânicos "traíram" o povo escocês ao prometerem que aumentariam ao máximo a autonomia da região se a independência fosse recusada, algo que, segundo Salmond, não vai acontecer porque a devolução oferecida "é apenas 30% da arrecadação tributária".


No entanto, ele opina que ainda é possível que os escoceses realizem outro referendo em um futuro não muito distante, por exemplo, se o restante dos britânicos votar pela saída da UE em uma consulta como a que o atual primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, se comprometeu a organizar em 2017 caso ganhe as próximas eleições.


Perguntado sobre se acredita que esse referendo ocorrerá, o político independentista responde que "felizmente na vida, como na política, as pessoas às vezes têm uma segunda chance". EFE



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Operação contra insurgentes no Paquistão acaba com mais de 300 detidos

Operação contra insurgentes no Paquistão acaba com mais de 300 detidos

Islamabad, 20 dez (EFE).- Cerca de 300 pessoas foram detidas neste sábado em uma operação contra os insurgentes na capital do Paquistão, enquanto são esperadas novas execuções de terroristas nas próximas horas em várias prisões do país, informaram à Agência Efe fontes oficiais.


As detenções em Islamabad ocorreram após uma operação conjunta do exército, polícia e dos serviços secretos paquistaneses em várias zonas da cidade, disse o porta-voz das Forças de Segurança Choudhary Rehmat.


Os detidos, entre eles vários estrangeiros, foram levados a um lugar não foi revelado para serem interrogados.


Por outro lado, as próximas execuções de condenados à pena de morte por terrorismo estão previstas para esta noite local em prisões da província de Punyab (leste do país), asseguraram responsáveis destes centros, que estão rodeados de um amplo dispositivo de segurança.


O porta-voz do Exército paquistanês, general Asim Bajwa, afirmou em sua conta no Twitter que oito condenados serão enforcados em prisões dessa província.


Pelo menos 52 supostos insurgentes morreram em operações do exército contra os talibãs no Paquistão nos dois últimos dias, segundo este porta-voz.


Um tribunal de luta contra o terrorismo ordenou hoje a execução na segunda-feira na prisão da cidade de Sukkur (sudeste) de dois de membros do grupo terrorista Lashkar-e-Jhangvi, segundo o jornal local "Dawn".


O Paquistão executou ontem dois condenados por terrorismo, dois dias depois que o primeiro-ministro, Nawas Sharif, levantou a moratória vigente desde 2008 sobre a pena capital, após o ataque de terça-feira em uma escola de Peshawar (noroeste do país).


O governo do Paquistão afirmou ontem que nos próximos dias executará 17 condenados por terrorismo, apesar da ONU e organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional e Human Rights Watch, pediram que não levantasse a moratória.


A decisão de Sharif aconteceu depois que um grupo talibã matou em uma escola 132 crianças e 12 professores, após entrar em um colégio lançando granadas e disparando classe por classe.


O TTP reivindicou o ataque e o justificou como resposta à operação militar Zarb-e Azb (Afiado e cortante) que começou em junho no Waziristão do Norte e em outubro se estendeu a Khyber, onde morreram mais de 1,1 mil insurgentes segundo fontes oficiais. EFE



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Camex reduz Imposto de Importação para air bags e freios ABS

fonte: Marina Ogawa/Jovem Pan Camex reduz Imposto de Importação para air bags e freios ABS Camex reduz Imposto de Importação para air bags e freios ABS

Diversas peças de veículos não produzidas no Brasil, como componentes de air bags e de freios ABS, pagarão menos para entrar no país. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu o Imposto de Importação para 111 tipos de autopeças, como parte da política industrial para o Inovar-Auto, regime especial do setor automotivo.


Segundo o acordo automotivo entre o Brasil e a Argentina, os componentes de veículos não fabricados no Brasil poderão ter a tarifa reduzida para 2%, quando forem comprados para a produção no país. As alíquotas originais correspondiam a 20%, 18%, 16%, 14% e 10%, dependendo do tipo de peça.


Entre as peças beneficiadas pela taxação menor, estão componentes de informática destinados aos sistemas de air bags e de freios ABS. Desde janeiro, os dois sistemas são obrigatórios nos veículos fabricados no país. Além disso, foram beneficiadas peças que reduzem a emissão de poluentes, para adequar os automóveis nacionais às exigências do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).


Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a taxação menor foi concedida com base na revisão da lista de autopeças não produzidas no Brasil feita a pedido de entidades do setor automotivo. Houve inclusão de novos produtos, exclusão de alguns itens e alterações nas descrições de diversos ex-tarifários.


A Camex também incluiu 297 produtos e renovou 357 na lista de ex-tarifários – que prevê a redução do Imposto de Importação de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) e de bens de telecomunicações e de informática não produzidos no país usados na fabricação de produtos nacionais. A alíquota, de 14% para os bens de capital e de 16% para os produtos de informática e de telecomunicações, passou para 2%.


A redução para os bens de capital valerá até 30 de junho de 2016. Para os itens de informática e de telecomunicações, o benefício vigorará até 31 de dezembro de 2015. Segundo as empresas beneficiadas, a inclusão e a renovação de itens nos ex-tarifários possibilitam investimentos em projetos que somam US$ 3,472 bilhões e gastos de US$ 2,185 bilhões relativos às importações de equipamentos. Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram o de construção civil (27,85%), telecomunicações (10,73%), bens de capital (8,09%), ferroviário (7,83%), bebidas (5,96%) e autopeças (5,47%).


De acordo com o ministério, o ex-tarifário beneficiará projetos em diversas regiões do Brasil como a construção do metrô de Salvador, a produção de equipamentos para prospecção de petróleo, em Navegantes (SC), a implantação de uma linha de produção de peças de caminhões e outros veículos pesados, em Taboão da Serra (SP) e o aumento da produção de pneus em Camaçari (BA).



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Praias adotam pulseirinhas de identificação para crianças neste verão

Praias adotam pulseirinhas de identificação para crianças neste verão

Em mais um verão lotado de turistas, as praias do litoral brasileiro adotam pulseirinhas de identificação para crianças.


Com esse aumento expressivo do número de visitantes, o objetivo é diminuir o desaparecimento de menores durante o período.


As praias de Pitangueiras e Astúrias, no Guarujá, já integram a ação há quatro anos e devem distribuir 15 mil pulseiras para a criançada.


O coordenador de Projetos Comunitários da Guarda Civil Metropolitana, Jurandir Canfild, explica como o turista pode se cadastrar. "Nós instalamos tendas nas areias e cada tenda possui um identificador, uma bandeira de uma cor, e ajuda a funcionar como um ponto de referência. Lá as famílias fazem um cadastro", comenta.


Integrando a ação há dois anos, a polícia de Florianópolis, em Santa Catarina, vai distribuir até o fim do verão cerca de 40 mil pulseirinhas de identificação.


Falando à repórter Cris Santos, a secretária de Turismo de Florianópolis, Luciani Camiloti, relata outras formas de cadastro. Entre elas está a  disponibilização de pulseirinhas com os guarda-vidas e bombeiros, barracas de ambulantes, restaurantes e hotéis.

Luciani Camiloti reforça que o mais importante é a conscientização dos pais e responsáveis sobre a ação.


A Secretaria de Turismo alerta que uma criança perdida na praia pode se tornar desaparecida, tornando a situação irreversível.



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Taxa de desemprego cresce em novembro, mas deve piorar em 2015

Taxa de desemprego cresce em novembro, mas deve piorar em 2015

Na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE registrou alta de 4,8% contra 4,7% registrados em outubro.


Os especialistas esperavam queda para 4,4% em razão das vagas temporárias nessa época do ano. Mas, falando ao repórter Rodrigo Viga, a economista do IBGE, Adriana Berenguy disse que desta vez a oferta de vagas foi menor do que a demanda por emprego. "Pode ser que, de fato, essa expectativa de ter um trabalho em caráter sazonal, tenham impulsionado as pessoas que antes estavam inativas a terem ido buscar oportunidades de trabalho", comenta.


O especialista em mercado de trabalho da Universidade de São Paulo acredita que o nível de emprego medido pelo IBGE estagnou.


Falando a Denise Campos de Toledo, o professor Helio Zylberstein afirma que parte da população economicamente ativa está com outras ocupações.


O professor ainda prevê desemprego mais baixo em dezembro, já que nessa época do ano são poucos aqueles que procuram emprego. Ele ainda teme números mais desanimadores a partir de janeiro com o aprofundamento das crises política e econômica no País.



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Autoridades egípcia e palestina analisam respaldar resolução exposta à ONU

Autoridades egípcia e palestina analisam respaldar resolução exposta à ONU

Cairo, 20 dez (EFE).- O ministro egípcio das Relações Exteriores, Sameh Shukri, e o negociador palestinos Saeb Erekat analisaram neste sábado o respaldo internacional ao projeto de resolução apresentado pelos países árabes perante a ONU para pôr fim à ocupação israelense dos territórios palestinos.


O Ministério das Relações Exteriores indicou em comunicado que Erekat informou a Sameh sobre os contatos e reuniões mantidos pela Autoridade Nacional Palestina para conseguir apoio a essa minuta apresentado na quarta-feira ao Conselho de Segurança da ONU.


Dito fato apresenta uma iniciativa que pede o fim da ocupação israelense antes do término de 2017.


Por outro lado, o ministro egípcio reiterou o respaldo do Egito ao governo palestino e o apoio à criação de um Estado palestino independente dentro das fronteiras de antes de junho de 1967 e com sua capital em Jerusalém Oriental.


O projeto de resolução apresentado na ONU, segundo indicaram os responsáveis palestinos, não está fechado e poderia ser negociado.


Os Estados Unidos, o principal aliado de Israel com capacidade de veto no Conselho, já anteciparam que não está de acordo com a iniciativa, por isso que é possível que o documento nem sequer chegue a ser votado.


Enquanto isso, a França está há semanas negociando com outros países outro possível texto, mais suave, que possa ser aceito por todas as partes. EFE



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Governo de SP sai em defesa de multa por uso excessivo de água após entidades contestarem decisão

Governo de SP sai em defesa de multa por uso excessivo de água após entidades contestarem decisão

O Governo de São Paulo saiu em defesa da multa por uso excessivo de água após entidades de defesa do consumidor contestarem a medida.


A Ordem dos Advogados do Brasil alegou que o governador precisa decretar oficialmente o racionamento para poder aplicar uma tarifa de contingência. Mas, segundo Geraldo Alckmin, tal decisão já foi sinalizada pelo órgão regulador, a Agência Nacional de Águas.


Ao repórter Victor La Regina, o governador esclarece que a medida foi tomada com absoluta segurança jurídica: "a lei federal é muito clara, ela diz que você tem que ter uma ordem de redução de água. Nós já temos", disse o governador.


Geraldo Alckmin atribuiu o questionamento feito pela OAB à natureza do direito, que permite, segundo ele, diferentes interpretações da lei.


O presidente da comissão de direitos do consumidor da organização, Marco Antônio Araújo Junior, insiste que o governo não oficializou o rodízio. "É necessário que haja um decreto e um plano de racionamento", disse.


Marco Antônio Araújo Junior acredita, no entanto, que a medida é necessária para conscientizar os gastões.


A coordenadora institucional da Associação Proteste, Maria Inês Dolci, avalia que a multa impõe mais de uma punição ao cliente.


A tarifa de contingência precisa ainda ser autorizada pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia, que já aprovou o texto da medida.


No próximo dia 29, a Arsesp promoverá uma audiência pública para discutir as consequências da multa para o consumidor.



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IPCA-15 dispara, mas inflação deve fechar ano abaixo da meta

IPCA-15 dispara, mas inflação deve fechar ano abaixo da meta

O IPCA-15 disparou em dezembro, mas a inflação oficial deve fechar o ano abaixo da meta do Governo. A prévia da inflação alcançou 0,79% e esse indicador acumula alta de 6,46% em doze meses.


O índice foi afetado especialmente pelos aumentos nos combustíveis, nas passagens aéreas e na alimentação fora do domicílio.


Falando a Denise Campos de Toledo, a economista Alessandra Ribeiro disse que espera o IPCA abaixo de 6,5%, número elevado para a economia.


A especialista em preços da PUC-RJ concordou que a inflação oficial vai fechar dezembro abaixo de 6,5%. Mas, para o professor Luiz Roberto Cunha, o estouro da meta já está contratado para o IPCA do mês que vem.


O professor prevê trégua na velocidade de elevação dos preços somente a partir de março de 2015. Por essa razão, ele espera um acréscimo de mais 0,5% na taxa Selic ao final da próxima reunião do Copom.



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Pesquisas revelam preços mais altos neste Natal

Pesquisas revelam preços mais altos neste Natal

Pesquisas do Procon e da Fundação Getúlio Vargas comprovaram a reclamação dos consumidores de que os preços estão muito altos neste Natal.


Em levantamentos dos dois institutos foram revelados que produtos típicos e alimentos subiram bem mais do que a inflação, inviabilizando as compras.


O Procon detectou variação de 190% no preço de um mesmo artigo e a FGV, que os insumos para a ceia tiveram reajuste de 20%.


O diretor da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, afirmou que as vendas estão bem abaixo do que os empresários gostariam. "É inevitável essa correira dos últimos dias, mas estamos trabalhando com uma expecatativa de que o mês feche com um crescimento de 2%", afirmou.


A disparada do dólar nos últimos quatro meses chegou ao bolso do consumidor que reclama e compra menos.


Marcelo Gonçalves, gerente de uma loja na região da rua Santa Rosa, citou o alto preço do bacalhau que vem espantando a freguesia: "eles estão comprando menos, caiu cerca de 20%".


Muitos clientes adotam novos hábitos por conta dos valores e dos aumentos de tarifas e impostos previstos para 2015.


Em entrevista à repórter Renata Perobelli, os consumidores relataram que pesquisam e depois projetam o que cabe no bolso.


Muitos consumidores vão manter a tradição das frutas secas, mas nozes, avelãs e pistaches serão servidos com casca porque é mais barato. O mesmo acontece na seção de vinhos e espumantes onde a demanda maior está em torno das bebidas mais em conta.



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Raúl Castro reitera seu apoio à Venezuela frente às sanções dos EUA

Raúl Castro reitera seu apoio à Venezuela frente às sanções dos EUA

Havana, 20 dez (EFE).- O presidente cubano, Raúl Castro, mostrou neste sábado sua rejeição às sanções impostas pelos Estados Unidos contra Venezuela e expressou seu apoio ao governo de Nicolás Maduro frente às tentativas para sua "desestabilização".


Castro reiterou as "especiais relações" que Cuba mantém com a Venezuela, país ao qual seguirá "brindando apoio frente às intensas tentativas de desestabilizar o governo legítimo de Nicolás Maduro".


"Rejeitamos a pretensão de impor sanções a essa irmã nação", disse Castro em seu discurso de encerramento do último plenário do ano da Assembleia Nacional (parlamento unicameral).


Na quinta-feira, um dia depois do anúncio do restabelecimento das relações com Cuba, o presidente de EUA, Barack Obama, assinou as sanções aprovadas pelo Congresso contra funcionários venezuelanos considerados responsáveis pelas violações aos direitos humanos na Venezuela.


As sanções aprovadas incluem o congelamento de ativos e a proibição para emitir vistos a funcionários do governo venezuelano vinculados com a violência e a repressão nas manifestações estudantis de fevereiro, que terminaram com um saldo oficial de 43 mortos e centenas de feridos. EFE


sga/ff



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